
O 12º Seminário Nacional da Federação Interestadual dos Propagandistas reuniu lideranças e representantes da categoria, em 30 de setembro, para debates sobre trabalho e sindicalismo.
Durante a abertura, o encontro discutiu a conjuntura nacional, a organização dos trabalhadores e pautas sindicais que mobilizam diferentes categorias profissionais em todo o país.
Sergio Luiz Leite, Serginho, presidente da FEQUIMFAR e vice-presidente da Força Sindical, participou do seminário e destacou propostas relacionadas diretamente aos direitos dos trabalhadores brasileiros.
Entre Serginho defendeu a redução da jornada sem redução salarial, o fim da escala 6×1 e o fortalecimento das negociações coletivas entre trabalhadores e empregadores.
O dirigente também abordou políticas do governo federal, citando a ampliação da isenção do Imposto de Renda, valorização do salário-mínimo, desemprego e combate à fome.
Mundo do trabalho pós reforma
Além disso, o seminário discutiu relações de trabalho após a Reforma Trabalhista de 2017 e impactos das mudanças sobre a organização e representação dos trabalhadores.
Antes do seminário, Serginho recebeu Marcelinho e Roberto Carlos de Souza Medina, diretor de negociações coletivas da FIP, para avaliar negociações realizadas no primeiro semestre.
“Reforçamos a posição de defender a redução da jornada de trabalho, sem redução salarial, o fim da escala 6×1 e o fortalecimento das negociações coletivas”.
Fundada em 2014 pela união de dezesseis sindicatos, a FIP representa propagandistas e vendedores de produtos farmacêuticos e mantém comissão voltada às negociações coletivas nacionais.
Atualmente presidida por Luís Marcelo Ferreira, Marcelinho, a Federação informa que diretoria tomou posse em março de 2025 e mantém mandato até março de 2029.
Por fim, Serginho parabenizou Marcelinho pela realização do seminário e destacou a importância dos espaços para promover diálogo, formação, unidade e defesa dos direitos dos trabalhadores.
Temas em destaque
- Redução da jornada de trabalho sem redução salarial;
- Fim da escala 6×1;
- Fortalecimento das negociações coletivas;
- Relações de trabalho após a Reforma Trabalhista;
- Organização e fortalecimento sindical;
- Defesa dos direitos trabalhistas e sociais.
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