
Povo brasileiro: trabalhadores em deslocamento para o trabalho. Foto: Agência Brasil.
Meu amigo, minha amiga,
Você, que acorda cedo, que sente no corpo o peso de cada jornada e que traz no coração uma sensibilidade genuína ao sofrimento do outro: este texto é diretamente para você. Para você que expressa sua solidariedade no trabalho diário, na ajuda ao vizinho, no cuidado com a comunidade, mas que, ao olhar para a estrutura do país, ainda se sente um protocidadão — alguém que vê a cidadania plena ser-lhe negada diante de tantas injustiças que nos cercam.
É hora de um diagnóstico honesto sobre a nossa história. O Brasil foi moldado sob a influência de uma elite predatória e conservadora que sempre colocou obstáculos gigantescos no percurso político e social da nossa nação. Trata-se de uma matriz que tolera a desigualdade como se fosse natural e que combate ferozmente qualquer projeto de inclusão social real.
Lembremo-nos do passado para entender o presente. Foi essa mesma estrutura que encurralou Getúlio Vargas até o gesto dramático do suicídio. Foi esse mesmo estamento que orquestrou o golpe contra João Goulart, empurrando o país para 21 anos de escuridão e arbítrio. A história brasileira é marcada pelo esforço sistemático em impedir que a maioria trabalhadora ocupe o lugar de direito na vida pública e econômica do país.
Nesse cenário de profunda desigualdade, o movimento liderado por Lula representou uma ruptura histórica crucial. Pela primeira vez, os mais pobres não foram tratados como mera estatística ou problema a ser administrado, mas como protagonistas de conquistas reais e de políticas de distribuição de renda. Romper com o predomínio dessa elite encalacrada nas engrenagens do poder não é uma tarefa simples, mas é o passo indispensável para a construção de um país soberano.
No entanto, a dominação não se dá apenas pela força; ela se consolida pela manipulação. A mídia tradicional e os discursos da matriz conservadora atuam diariamente para que você não perceba a sua verdadeira posição social. Eles tentam convencer quem é do povo a adotar pautas e interesses que só beneficiam os privilégios dos mais ricos. É preciso não cair nesse engodo mais uma vez.
Este é o seu “estalo de consciência”: o momento de tomar consciência do seu papel e da sua classe. Você não pertence à elite privilegiada; você pertence ao povo trabalhador que move esta nação.
É hora de reagir e ultrapassar de vez essa barreira histórica. O objetivo não é apenas o crescimento econômico, mas a fundação de um país rico, desenvolvido, generoso e solidário, onde nossos filhos e netos sintam orgulho de pertencer a uma nação justa.
No próximo dia 25 de outubro de 2026, a decisão sobre o futuro do Brasil estará em suas mãos. Reafirme a sua cidadania e a esperança de um novo tempo: vote Lula Presidente (13) na urna eletrônica.


