PUBLICADO EM 08 de nov de 2026

Metalúrgicos de SP aprovam reajuste com aumento real

A assembleia dos metalúrgicos SP realizada dia 6 de novembro aprovou proposta de reajuste com aumento real de salário. Conheça o índice de 5,85% e seus reflexos no setor.

Metalúrgicos SP aprovaram proposta de reajuste de 5,85%; já incluso 1,2% real. Descubra os detalhes da assembleia e seus impactos.

Metalúrgicos SP aprovaram proposta de reajuste de 5,85%; já incluso 1,2% real. Descubra os detalhes da assembleia e seus impactos.

O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes aprovou nesta sexta (6), por unanimidade, a proposta de reajuste negociada com o grupo 3 (setor de Autopeças, Parafusos e Forjaria). A assembleia, conduzida pelo presidente do Sindicato, Miguel Torres, foi realizada na sede do Sindicato dos Metalúrgicos em São Paulo e Mogi das Cruzes e, ao mesmo tempo, na subsede de Mogi das Cruzes.

O índice de reajuste é de 5,85%, já incluso aumento real de 1,2%, um dos maiores do País.

Assembleia também aprovou esta proposta como parâmetro de negociação com os demais grupos patronais.

Além do reajuste, a assembleia também aprovou:

  • Abono salarial de 13,50%, a ser pago 7% em 27/11/2026 e 6,5% em 18/12/2026;
  • Reajuste no piso e;
  • Manutenção da Convenção Coletiva.

Miguel Torres destaca os índices de reajuste

Lotada, a assembleia foi realizada na entrada do Sindicato, na Rua Galvão Bueno. Os trabalhadores também fizeram uma homenagem à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, posando com a faixa da campanha salarial e fazendo o L com as mãos.

Em sua fala, Torres enfatizou o aumento real e os novos pisos salariais da categoria:

“A proposta econômica que nós tivemos prevê um reajuste salarial de 13,5%, sendo 7% pagos agora, até o dia 27 de novembro, e mais 6,5% no dia 18 de dezembro. São aumentos importantes, resultado da nossa negociação. O piso de entrada será de R$ 2.096 para as empresas menores e de R$ 2.826 para as empresas com mais de 150 trabalhadores. Essa é a proposta econômica que nós conseguimos”, explicou.

Sobre a contribuição assistencial, Miguel Torres ressaltou a importância de garantir recursos para a continuidade das atividades sindicais.

“A questão assistencial, que nós aprovamos na outra assembleia, estamos parcelando também. É uma contribuição importante para manter a luta, manter a mobilização”, destacou.

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