O Comitê Executivo da IndustriALL Global Union reúne dirigentes sindicais de mais de 40 países, nos dias 5 e 6 de novembro, em Genebra, Suíça.
O encontro busca avaliar as ações da organização, estabelecer prioridades estratégicas e fortalecer a representação dos trabalhadores diante das profundas transformações econômicas, políticas e tecnológicas.
Além disso, as lideranças discutem os impactos das guerras, dos conflitos comerciais e do autoritarismo sobre o emprego, os direitos trabalhistas e a organização sindical.
Durante a programação, os participantes também analisam a atuação da China, as campanhas internacionais e o fortalecimento das redes sindicais nas empresas multinacionais em atividade.
Edson Bicalho e Mônica Veloso integram representação brasileira
Entre as lideranças brasileiras ligadas ao Comitê Executivo estão Edson Dias Bicalho, secretário-geral da FEQUIMFAR, e Mônica Veloso, dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco.
Bicalho também preside o Sindicato dos Químicos de Bauru e Região e integra a representação brasileira na estrutura internacional da IndustriALL Global Union atualmente.
Por sua vez, Mônica Veloso integra a representação latino-americana no Comitê Executivo, contribuindo para a presença das trabalhadoras e das organizações sindicais brasileiras na entidade.
A participação dessas lideranças reforça a articulação entre entidades sindicais brasileiras e organizações internacionais na defesa dos direitos trabalhistas e no acompanhamento das transformações globais.
Mulheres, juventude e organização sindical
Outro tema importante envolve a inclusão da perspectiva de gênero nos acordos globais, buscando fortalecer a representação feminina e ampliar a igualdade nas relações trabalhistas.
Além disso, os Comitês de Mulheres e de Juventude apresentam informes sobre suas atividades, destacando iniciativas voltadas à participação sindical de diferentes gerações de trabalhadores.
Os dirigentes também discutem os preparativos para o Congresso da IndustriALL de 2029, que deverá estabelecer prioridades e orientar as próximas ações da organização sindical internacional.
Por fim, o encontro fortalece o intercâmbio entre entidades de diferentes países e amplia o debate sobre estratégias coletivas para defender os trabalhadores diante das mudanças.
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