
A Prefeitura de Limeira reabriu uma vala de contenção para dificultar o acesso à Ponte do Esqueleto após a morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas.
A medida ocorreu após a repercussão nacional do acidente durante uma atividade de rope jump. A jovem caiu de aproximadamente quarenta metros sem proteção adequada.
Anteriormente, a Secretaria do Patrimônio da União havia solicitado o bloqueio da área. Contudo, o acesso voltou a ser liberado posteriormente.
Segundo a administração municipal, a vala já existia desde 2024. Entretanto, terceiros teriam fechado a estrutura sem conhecimento da prefeitura.
Além disso, a União informou que havia recomendado restrições após outro acidente fatal registrado no local durante o ano passado.
Enquanto isso, autoridades discutem responsabilidades pela fiscalização da ponte. Prefeitura e governo federal trocam acusações sobre a segurança da área.
Por outro lado, o governo federal avalia medidas definitivas para impedir novas tragédias. Entre as possibilidades está até a demolição da estrutura.
A investigação continua em andamento. Paralelamente, os órgãos públicos buscam soluções para impedir atividades irregulares e garantir maior segurança.
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