As diretoras do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi, Ester Regina Borges, Marta Maria Pereira da Silva e Renata de Lima participaram, no sábado, do seminário Mulheres Tecendo a Paz.
Realizado na PUC-SP, o encontro reuniu dirigentes sindicais, pesquisadoras, lideranças e parlamentares para debater direitos, igualdade, segurança e enfrentamento à violência contra mulheres.
Organizado pela ex-ministra Marina Silva, o seminário destacou a importância da participação feminina na construção da paz e na defesa permanente da democracia brasileira.
“Nós, mulheres, podemos e decisivamente vamos ajudar a tecer a paz, com respostas à violência e garantindo nossos direitos a uma vida segura, com igualdade de oportunidades e respeito às nossas singularidades”, afirmou Marina Silva.
Além disso, Ester Regina Borges classificou o encontro como uma tarde de aprendizado político e social, marcada por depoimentos chocantes sobre diferentes formas de violência.
“Foi uma tarde de aprendizado político e social, com muitos depoimentos chocantes sobre a violência, tanto física como sexual, que toda a sociedade precisa combater”, afirmou Ester.
Por sua vez, Renata de Lima ressaltou a importância de ampliar a presença feminina nos espaços de decisão política e fortalecer a luta por igualdade.
Segundo a diretora, o evento contribuiu para a luta “por mais espaço para mulheres na política, abrindo caminho para um mundo justo e igualitário”.
Da mesma forma, Marta Maria Pereira da Silva defendeu a união entre as mulheres como instrumento essencial para fortalecer direitos e transformar a sociedade brasileira.
“Nós, mulheres, temos que nos apoiar, fortalecendo umas às outras, em ação pela vida e por uma sociedade melhor”, afirmou a dirigente sindical durante o evento.
As três dirigentes integram o coletivo Mulheres em Ação, formado também pelas diretoras Cristina e Lucilene, que desenvolve iniciativas voltadas aos direitos das mulheres.
O presidente do Sindicato, Miguel Torres, parabenizou as diretoras pela participação e ressaltou a importância da mobilização permanente contra todas as formas de violência.
“Enquanto a vida e a dignidade das mulheres estiverem em risco, não haverá democracia plena em nosso País”, afirmou Miguel Torres ao destacar essa luta.
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