Luiz Carlos Bresser-Pereira

Uma mentira e um erro sobre a Previdência

A proposta do governo de capitalização na emenda da Previdência constitui grave ameaça a um direito humano fundamental que as sociedades civilizadas garantem: o direito a uma velhice digna. Ontem e anteontem, em suas declarações à imprensa e depois na Câmara dos Deputados, o ministro Paulo Guedes deixou claro que a proposta de capitalização do governo não tem apenas um sentido fiscal (apesar de ser esta a justificação oferecida para a reforma) e não tem como consequência “apenas” liquidar gradualmente com os sistemas de Previdência Pública no Brasil.

João Franzin

O projeto Bolsonaro

Ao contrário do que apregoam setores da suposta esquerda, o governo Bolsonaro tem projeto. Por ser diferente do nosso e contra o nosso, muitos não querem enxergar a realidade. Mostram isso as redes sociais, onde os valentes do Facebook tentam desqualificar o pensamento crítico. Comecemos pelo começo, junho de 2013,...

José Pereira dos Santos

Votar e cobrar

Assim estamos no Brasil. São raros os eleitos que dialogam com sua base política e dão satisfação de seus atos. Culpa de quem? Culpa dos políticos e dos partidos. Mas não só deles. Culpa também do eleitor, que vota num deputado no domingo e na segunda já nem se lembra mais do nome que escolheu para o representar.

Luiz Carlos Motta

Vozes amplificadas

Em 1º de abril completei dois meses de mandato como deputado federal, sem me distanciar das minhas responsabilidades sindicais. A experiência de parlamentar tem sido gratificante, mas também se apresentado como um grande desafio.

João Guilherme Vargas Netto

A saída é a entrada

É claro que o movimento sindical precisa continuar resistindo para garantir sua sobrevivência enfrentando as adversidades. As entidades sindicais (principalmente os sindicatos) devem realizar fortes campanhas de ressindicalização e oferecerem aos associados e às categorias neosserviços úteis, modernos, atraentes e remunerados.

Altamiro Borges

A mídia e o golpe militar de 1964

Segunda-feira, 1º de abril, marca os 55 anos do fatídico golpe civil-militar de 1964. Na época, o imperialismo estadunidense, os latifundiários e parte da burguesia nativa derrubaram o governo democraticamente eleito de João Goulart. Naquela época, a imprensa teve papel destacado nos preparativos do golpe. Na sequência, muitos jornalões continuaram apoiando a ditadura, as suas torturas e assassinatos. Outros engoliram o seu próprio veneno, sofrendo censura e perseguições.

Clemente Ganz Lúcio

Protagonismo em um sindicato em mudança

Os Sindicatos mudarão e o sindicalismo será diferente porque o sistema produtivo se transforma drasticamente: a tecnologia avança para todos os setores da economia e altera o mundo do trabalho; há inúmeras iniciativas de governos para modificar as normas que regem o sistema de relações de trabalho e o direito laboral; alguns empregadores querem tirar os Sindicatos do jogo social de disputa pela repartição da produção econômica resultante do trabalho social.

José Pereira dos Santos

Alerta à classe média!

Muitas pessoas da classe média acham que não serão afetadas pela reforma da Previdência apresentada pelo presidente Bolsonaro. Ledo engano. As novas regras, ao atingirem a renda das famílias, irão abranger a todos.

João Guilherme Vargas Netto

Salário mínimo: uma luta difícil

Vale a pena lembrar que a política de valorização do salário mínimo foi aprovada maciçamente pela Câmara dos Deputados em 29 de julho de 2015 com os votos contrários de apenas 12 deputados, entre eles o do atual presidente Bolsonaro. Em decreto assinado em seu primeiro dia de mandato ele foi obrigado pela lei a garantir aumento real, mesmo contra sua vontade e a de seus apoiadores.

José Alberto Torres Simões ‘Betinho’

Bancos, os vilões da reforma da previdência

Os bancos, que são tratados pela imprensa como ‘mercado’, mandam e desmandam no Brasil. Aliás, com a graça e proteção da mídia, que mama fartamente nos recursos surrupiados do povo.