Marcos Verlaine

Contra Bolsonaro não cabe purismo; tampouco diletantismo

Antes de entrar no mérito do artigo, não se pode esquecer que 2021 começou e não há sinais das vacinas por parte do governo e a ajuda emergencial foi cortada. O caos vai ser instalado. A crise no País vai se profundar sob um governo completamente desaparelhado para enfrentá-la em...

Alex Saratt

Notas rápidas sobre a invasão do capitólio

A invasão do Capitólio trouxe à tona diversas constatações, ainda à guisa de análise e conclusão, mas nem por isso menos válidas ou desimportantes. Tirada as galhofas e troças viralizadas em tuítes, memes e charges, o fato é que o episódio expressa inequivocadamente a falência do sistema político norte-americano, as...

Marcos Verlaine

O “pobre de direita” e a esquerda perplexa: um esclarecimento

O objetivo deste brevíssimo artigo é tentar lançar luz sobre essa incompreensão da militância de esquerda, que a deixa perplexa no debate político, nas redes e nas ruas, e que, portanto, a desalenta — que é o inconformismo ou revolta com o chamado “pobre de direita”. Vamos tentar entender esse “fenômeno”.

José Carlos Ruy

2020 – o ano em que a direita deixou 200 mil brasileiros morrerem

2020 ficará na história como o ano em que a incúria, o negativismo e a insensibilidade com o povo e o país resultaram em quase 200 mil brasileiros mortos

Miguel Torres

Levantados do chão

O Brasil começa 2021 sem auxílio emergencial, sem programa de proteção ao emprego e à renda, com o desemprego atingindo mais de 14 milhões de pessoas e o desalento chegando a mais de 5 milhões. Diferente de outros países que incentivam a economia com dinheiro público, por aqui as nossas...

Ricardo Cappelli

Cafonice, coincidência ou cálculo?

No lançamento do projeto que permitiu a venda de remédios fracionados, Lula exercitou toda sua genialidade de comunicador popular. “Quando você vai ao bar tomar uma cachaça, você precisa comprar a garrafa inteira? Não, você pede uma dose. Por que você precisa comprar a caixa de remédio se não vai...

2021: se ligue, ainda estamos na pandemia e sob Bolsonaro

O ano acabou, mas a única coisa que mudou de fato foi o ano. O resto, bem, o resto continua o mesmo — pandemia, mortes, sem vacina, com Bolsonaro fingindo que dirige o País. É bom não confundir senso de realidade com outros sentimentos ou percepções. Bem-vindo a 2021!

Chiquinho Pereira

Um reajuste fora de época

O que mais se espera dos representantes políticos nesta hora é responsabilidade, compromisso com a realidade, respeito à sociedade e apoio às lutas de todos contra a crise e o coronavírus

Susana Buzeli

É possível

Talvez o ano que termina possa nos ensinar o quão importante é a nossa relação com a natureza. Os noticiários, todos, sem exceção, falaram do vírus da covid e das precauções que devíamos ter para não sermos contaminados. Poucos, pouquíssimos, foram os relatos que associaram o vírus à destruição da...

Miguel Torres

Prontos para as lutas de 2021

O ano que agora se encerra foi tragicamente marcado pela pandemia do coronavírus, pela persistente crise econômica e social, pelo aumento do desemprego, do desalento, da informalidade, do trabalho intermitente e da precarização nas relações do trabalho.