Colunista Miguel Torres

Sobre o salário mínimo

O movimento sindical brasileiro está disposto a apresentar e debater propostas que garantam a geração de emprego e de renda e o desenvolvimento sustentável do País. Mas não deixaremos de criticar as medidas que prejudicam a classe trabalhadora, a população brasileira e os interesses nacionais. O salário mínimo, por exemplo, que é uma referência de […]

A Imprensa é livre e merece respeito!

O presidente Bolsonaro e seu vice foram legitimamente eleitos nas urnas, mas isto não significa que são donos do Brasil e que tudo podem permitir, incentivar e fazer.

Sindicalismo na luta por desenvolvimento, democracia e paz social

Continuamos com a luta iniciada na gestão do presidente da república Michel Temer pela revogação da terceirização e da lei da “reforma” trabalhista que, já em vigor há um ano no Brasil, além de não ter gerado os empregos de qualidade prometidos, só serviu para precarizar e trazer insegurança jurídica às relações de trabalho.

A luta não vai parar!

Nós, do movimento sindical unificado, iremos continuar mobilizando os trabalhadores e as trabalhadoras nas empresas, nas fábricas e demais locais de trabalho por melhores salários e condições dignas de trabalho, e nas ações mais abrangentes nacionais e unificadas em defesa dos direitos sociais, trabalhistas e previdenciários da classe trabalhadora.

Agora você decide!

Vamos apoiar o ódio, o preconceito e a violência ou buscaremos a paz social e o respeito às liberdades individuais e à pluralidade de opiniões? Fortaleceremos o individualismo, o egoísmo e a ganância ou as ações coletivas e organizadas no enfrentamento das desigualdades de renda, de riqueza, regionais, raciais e de gênero?

Educação é fundamental!

Precisamos, enfim, investir pesado na qualidade da Educação, da creche à universidade, incluindo e garantindo a permanência das pessoas mais pobres nas salas de aula e, vale a pena reforçar, melhorando o salário dos professores e das professoras, valorizando a profissão e permitindo a qualificação permanente de todos os educadores do País.

O desalento do desemprego!

Hoje, o número de desempregados em nosso país ultrapassa a casa dos treze milhões de trabalhadores, e o número de trabalhadores no mercado informal – sem registro em carteira e sem qualquer direito trabalhista – é quase idêntico. Se, acrescido ao número de trabalhadores fora do mercado de trabalho, contabilizarmos, também, os familiares que deles dependem, o número torna-se estratosférico, impossível de ser calculado com exatidão ou mesmo aproximadamente.

Fim do 13º salário: alegria dos endinheirados e a tristeza do Natal dos trabalhadores

O 13º salário é uma conquista histórica dos trabalhadores que, junto com outros benefícios e direitos trabalhistas, move a economia, o comércio, a indústria e o serviços. Precisa ser respeitado e preservado.

A Organização Sindical dos Trabalhadores!

Em suma, são os Sindicatos que formulam as reivindicações, organizam e mobilizam o conjunto dos trabalhadores no âmbito de uma democracia efetivamente democrática. Mas um Sindicato só será forte e participativo se contar com o apoio irrestrito dos trabalhadores. Se a situação dos trabalhadores está na situação em que hoje está, vamos tentar projetar como eles estariam sem a representação sindical: certamente estariam totalmente sem representação e desmobilizados.

Na Defesa dos Direitos!

Todos os direitos que os trabalhadores hoje têm são frutos da luta das entidades sindicais. Nada caiu do céu nem nos foi ofertado por algum patrão que tenha olhado com bons olhos na direção dos seus empregados. Não lutássemos para ver o que hoje teríamos!