Colunista Miguel Torres

28 anos na defesa dos direitos dos trabalhadores

Em um 8 de março como o de hoje, Dia Internacional da Mulher, nascia, há exatos 28 anos, em um grande Congresso no Memorial da América Latina, em São Paulo, uma nova força que mudaria os rumos do movimento sindical, tirando-o do conformismo acentuado ou do radicalismo exacerbado.

Um governo contra os jovens é um governo contra o futuro

De forma bastante agressiva, faz uma verdadeira chantagem à juventude ao dizer que o jovem “poderá” escolher entre a tradicional carteira de trabalho azul (com direitos) e a carteira verde e amarela (sem garantia de direitos, sem Justiça do Trabalho, sem Sindicatos e sem os inúmeros benefícios dos acordos e convenções coletivas conquistados pelas categorias).

Lutamos pela valorização do aposentado

É preciso valorizar os aposentados, que tanto contribuíram para o desenvolvimento do País. Cerca de 70% dos aposentados do INSS recebem a faixa salarial mínima no País. Nossa luta é por uma Previdência Social pública, universal, com um Piso que não seja inferior ao salário mínimo, que acabe com os privilégios de alguns grupos e amplie a proteção social e os direitos.

A importância de participar do Sindicato

São os Sindicatos os legítimos representantes da classe trabalhadora frente ao patronal. Sindicalizar-se significa participar ativamente de ações que valorizam cada trabalhador. É fortalecer a luta de toda uma categoria por melhores salários, por segurança e saúde no ambiente de trabalho, pela manutenção dos direitos já conquistados e por sua ampliação.

Sobre o salário mínimo

O movimento sindical brasileiro está disposto a apresentar e debater propostas que garantam a geração de emprego e de renda e o desenvolvimento sustentável do País. Mas não deixaremos de criticar as medidas que prejudicam a classe trabalhadora, a população brasileira e os interesses nacionais. O salário mínimo, por exemplo, que é uma referência de […]

A Imprensa é livre e merece respeito!

O presidente Bolsonaro e seu vice foram legitimamente eleitos nas urnas, mas isto não significa que são donos do Brasil e que tudo podem permitir, incentivar e fazer.

Sindicalismo na luta por desenvolvimento, democracia e paz social

Continuamos com a luta iniciada na gestão do presidente da república Michel Temer pela revogação da terceirização e da lei da “reforma” trabalhista que, já em vigor há um ano no Brasil, além de não ter gerado os empregos de qualidade prometidos, só serviu para precarizar e trazer insegurança jurídica às relações de trabalho.

A luta não vai parar!

Nós, do movimento sindical unificado, iremos continuar mobilizando os trabalhadores e as trabalhadoras nas empresas, nas fábricas e demais locais de trabalho por melhores salários e condições dignas de trabalho, e nas ações mais abrangentes nacionais e unificadas em defesa dos direitos sociais, trabalhistas e previdenciários da classe trabalhadora.

Agora você decide!

Vamos apoiar o ódio, o preconceito e a violência ou buscaremos a paz social e o respeito às liberdades individuais e à pluralidade de opiniões? Fortaleceremos o individualismo, o egoísmo e a ganância ou as ações coletivas e organizadas no enfrentamento das desigualdades de renda, de riqueza, regionais, raciais e de gênero?

Educação é fundamental!

Precisamos, enfim, investir pesado na qualidade da Educação, da creche à universidade, incluindo e garantindo a permanência das pessoas mais pobres nas salas de aula e, vale a pena reforçar, melhorando o salário dos professores e das professoras, valorizando a profissão e permitindo a qualificação permanente de todos os educadores do País.