PUBLICADO EM 06 de abr de 2021
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Sindaport inicia campanha salarial

De acordo com o presidente do sindicato, Everandy Cirino dos Santos, o acordo coletivo conta com cerca de 80 itens

Sindicato já enviou pauta salarial à Autoridade Portuária

Manter direitos previstos em acordos coletivos e participar do processo de desestatização da Autoridade Portuária de Santos (APS) estão entre os planos do presidente do Sindicato dos Empregados na Administração Portuária (Sindaport), Everandy Cirino dos Santos, que ficará no cargo até 2025. Neste mês, foi iniciada a campanha salarial, já que a data-base da categoria é junho.

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Cirino está há mais de 25 anos à frente do Sindaport. Nesse período, atuou nas diretorias de Patrimônio e Social, além de ocupar a vice-presidência e da presidência. “Nossa é meta é manter os ganhos do acordo coletivo e evitar conflitos na desestatização, principalmente mantendo postos de trabalho”, destacou.

De acordo com o sindicalista, o acordo coletivo conta com cerca de 80 itens. Eles vão desde a obrigatoriedade do pagamento de horas extras, adicional por trabalho noturno, além de planos de saúde e vale-refeição dos trabalhadores da estatal.

Durante dois dias, o Sindaport realizou assembleia com votação online para a Campanha Salarial 2021 da Autoridade Portuária. A votação virtual foi sobre a pauta de reivindicações que já enviada para a empresa.

“Como sempre fazemos, vamos priorizar a negociação para renovar o acordo coletivo. Mas caso seja necessário, vamos seguir todos os ritos processuais para a instauração do dissídio coletivo”, afirmou Cirino.

No caso de instauração de dissídio, o julgamento é realizado item por item da pauta. Por isso, o Sindaport propôs a mesma pauta julgada no dissídio de 2019, apenas com atualizações de alguns itens. Todos foram deferidos no julgamento de 29 de julho do ano passado.

Vacinação

Diante do anúncio de que trabalhadores da área de segurança pública terão prioridade na fila da vacina contra a covid-19, o presidente do Sindaport solicitou ao Governo do Estado e à Prefeitura de Santos a inclusão dos guardas portuários no grupo.

Atualmente, cerca de 300 atuam em Santos e outros 30 prestam serviços em São Sebastião, no Litoral Norte.

“Eles atuam e fazem parte do sistema de segurança pública. Nada mais justo que estejam dentro da prioridade estabelecida pelo governo. Enquanto isso, aguardamos a liberação das vacinas para todos os portuários, que não pararam e seguem trabalhando desde que a pandemia começou”, afirmou Cirino.

Fonte: A Tribuna

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