PUBLICADO EM 03 de set de 2026

Trabalhadores da saúde protestam em frente à Prefeitura de São Paulo e cobram valorização

Trabalhadores da Saúde exigem equiparação no vale-alimentação e avanços nas negociações coletivas em São Paulo.

Mobilização dos trabalhadores da saúde exige melhorias nos benefícios e atenção às demandas nas negociações coletivas em São Paulo.

Mobilização dos trabalhadores da saúde exige melhorias nos benefícios e atenção às demandas nas negociações coletivas em São Paulo.

Categoria reivindica equiparação no vale-alimentação e avanços na negociação coletiva. Na véspera, SinSaúdeSP estabeleceu prazo até as 13h desta quinta-feira para uma resposta da administração municipal.

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Trabalhadores da saúde realizaram uma paralisação e manifestação nesta quinta-feira (3), em frente à Prefeitura de São Paulo, no Viaduto do Chá. Convocada pelo SinSaúdeSP, a mobilização reúne reivindicações dos profissionais das Organizações Sociais (OSs), Santas Casas e hospitais filantrópicos, que cobram valorização, igualdade nos benefícios e avanços nas negociações coletivas.

Uma das principais demandas é a equiparação do vale-alimentação. Segundo o sindicato, enquanto agentes comunitários passaram a receber R$ 500, auxiliares, técnicos de enfermagem e outros profissionais da saúde permanecem com o benefício de R$ 200. Os trabalhadores das OSs também reivindicam a aplicação dos valores previstos na proposta da Convenção Coletiva de 2026.

Presidido por Jefferson Caproni, o SinSaúdeSP cobra a abertura de uma mesa de diálogo com o prefeito Ricardo Nunes. A entidade denuncia a falta de respostas da administração municipal e do sindicato patronal às reivindicações da categoria.

Prazo para resposta e possibilidade de ampliar a greve

Em postagem divulgada na quarta-feira (2), o sindicato estabeleceu as 13h desta quinta-feira como prazo final para uma resposta do prefeito e convocou uma Assembleia Geral Extraordinária durante o ato.

“Ricardo Nunes, preste atenção: quinta-feira, 1 hora da tarde, é o prazo final e, se a resposta não vier, prefeito, a responsabilidade será toda sua!”, afirmou a entidade na publicação.

Ao anunciar que o protesto marcaria o início de uma greve, o SinSaúdeSP alertou que os trabalhadores poderiam decidir pela continuidade da paralisação e pela ampliação da mobilização caso suas reivindicações não fossem atendidas. Entre as medidas mencionadas estão novos protestos, manifestações públicas, concentrações e assembleias permanentes.

A convocação reforçou o chamado à união dos profissionais da saúde para pressionar o poder público e os empregadores por melhores condições de trabalho e pelo reconhecimento dos direitos da categoria.

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