PUBLICADO EM 03 de set de 2026

Trabalhadores da saúde dão prazo à Prefeitura de São Paulo e mantêm estado de greve

Manifestação reuniu mais de 8 mil profissionais no Viaduto do Chá; categoria reivindica reajuste salarial, correção dos benefícios e pagamento de insalubridade

Trabalhadores da Saúde fazem história: SinsaúdeSP reúne mais de 8 mil em frente à Prefeitura de São Paulo para exigir AUMENTO JÁ!

Trabalhadores da Saúde fazem história: SinsaúdeSP reúne mais de 8 mil em frente à Prefeitura de São Paulo para exigir AUMENTO JÁ!

Atualizado em 05/09/2020 – 15:58

Convocado pelo SinSaúdeSP, o ato reuniu profissionais das Organizações Sociais (OSs), Santas Casas e hospitais filantrópicos para cobrar a valorização da categoria.

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Os trabalhadores reivindicam reajuste salarial, correção dos valores dos vales-alimentação e refeição e pagamento do adicional de insalubridade a todos os profissionais que têm direito. Segundo o Sindicato, as tentativas de negociação com a Secretaria Municipal da Saúde e a representação patronal ocorrem desde maio, mas ainda não houve acordo.

A mobilização também contestou a decisão da Prefeitura de conceder vale-alimentação de R$ 500 apenas aos agentes comunitários. Para o SinSaúdeSP, o benefício deve alcançar os demais trabalhadores da saúde.

Presidido por Jefferson Caproni, o SinSaúdeSP cobra a abertura de uma mesa de diálogo com o prefeito Ricardo Nunes. A entidade denuncia a falta de respostas da administração municipal e do sindicato patronal às reivindicações da categoria.

Categoria estabelece prazo para resposta

Durante a manifestação, uma comissão liderada pelo presidente do SinSaúdeSP, Jefferson Caproni, foi recebida por representantes da Prefeitura. A reunião, que contou com o apoio da vereadora Luana Alves, durou mais de duas horas.

Ao final do encontro, o Sindicato estabeleceu a próxima terça-feira, 8 de setembro, como prazo para que a administração municipal apresente uma resposta às reivindicações. Uma nova reunião está marcada para as 11 horas, na sede da Prefeitura, com a presença prevista do prefeito Ricardo Nunes.

“O prefeito, que é quem assina o cheque, tem que estar presente. E, se as exigências dos trabalhadores não forem aceitas, a saúde de São Paulo vai parar”, afirmou Caproni.

A categoria permanece em estado de greve. Também na terça-feira, às 15 horas, será realizada uma assembleia geral na sede do SinSaúdeSP, na Rua Tamandaré, 393, no bairro da Liberdade. Caso não haja acordo, os trabalhadores deverão definir o calendário e as estratégias para uma paralisação.

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1 comentários

  1. Cleonice comentou:

    A reportagem não sita a insalubridade que a anos foi tirada do trabalhador da saúde. E mesmo na pandemia não se recebeu nada pela exposição direta .

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