PUBLICADO EM 07 de out de 2026

Ricardo Patah defende contribuição assistencial e destaca serviços e atuação do sindicato

Em vídeo publicado pelo Sindicato dos Comerciários de São Paulo, presidente explica a destinação dos recursos e pede que trabalhadores não apresentem carta de oposição

Ricardo Patah fala sobre a contribuição assistencial e sua relevância no financiamento de direitos e serviços aos comerciários.

Ricardo Patah fala sobre a contribuição assistencial e sua relevância no financiamento de direitos e serviços aos comerciários.

O presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, Ricardo Patah, defendeu a contribuição assistencial como fonte de financiamento dos serviços oferecidos à categoria e da atuação sindical em defesa dos direitos trabalhistas. Em vídeo publicado no Facebook da entidade, ele pede aos comerciários que não apresentem carta de oposição e afirma que há empresas que pressionam trabalhadores a recusar o desconto.

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“Eu sei que muitas delas são a empresa que obriga com que vocês venham para cá, mas não venham”, diz Patah, ao se referir à entrega das cartas.

Segundo o dirigente, os recursos sustentam atendimento médico e odontológico, ambulatório, opções de lazer, como clube de campo e colônia de férias, além da assistência jurídica e das atividades de fiscalização e mobilização nos locais de trabalho.

Patah destaca, especialmente, a presença do sindicato em estabelecimentos onde os direitos da categoria são desrespeitados.

“Nós estamos lá com as nossas bandeiras, com o nosso caminhão, para fazer valer a vitória dos trabalhadores”, afirma.

Contribuição e direito de oposição

No texto que acompanha o vídeo, o sindicato informa que a contribuição assistencial é aprovada em assembleia e corresponde a 1% do salário por mês, com teto de R$ 50. A publicação diferencia essa cobrança do antigo imposto sindical obrigatório, cuja obrigatoriedade foi encerrada pela reforma trabalhista de 2017.

A entidade também ressalta que o direito de oposição deve ser exercido sem pressão de empresas ou do próprio sindicato. Conforme a publicação, quem apresenta a carta continua abrangido pelas conquistas da convenção coletiva, incluindo piso salarial, reajuste e demais cláusulas.

Ao defender a contribuição, Patah relaciona o financiamento da entidade à manutenção dos serviços e à capacidade de acompanhar os trabalhadores e cobrar o cumprimento dos direitos conquistados nas negociações coletivas.

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