PUBLICADO EM 28 de jul de 2026

Trabalhadores da Usina Iracema obtêm reajuste de 9,5% no vale-alimentação após mediação no MTE

Trabalhadores da Usina Iracema conquistam melhorias expressivas com novo acordo coletivo e reajuste de 9,5% no cartão-alimentação.

Em assembleia, os trabalhadores da Usina Iracema aprovaram um novo acordo coletivo com melhorias salariais e sociais significativas.

Em assembleia, os trabalhadores da Usina Iracema aprovaram um novo acordo coletivo com melhorias salariais e sociais significativas.

Em uma demonstração de força e organização sindical, os trabalhadores da Usina Iracema, em Iracemápolis (SP), aprovaram em assembleia um novo acordo coletivo que garantiu conquistas expressivas para a categoria. O principal destaque foi o reajuste de 9,5% no cartão-alimentação, que saltou para R$ 573,03, após a rejeição massiva da proposta inicial da empresa, que oferecia apenas 4,11%.

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A vitória foi consolidada após a retomada das negociações com a diretoria da usina e uma mediação decisiva junto ao Ministério do Trabalho. Além do avanço no benefício de alimentação, o pacote acordado traz melhorias salariais e sociais para todos os funcionários:

  • Reajuste Salarial: Aumento linear de 4,11% para todos os trabalhadores.
  • Piso Salarial: Reajuste de 7,5%, elevando o piso da categoria para R$ 2.000,00.
  • Auxílio-Medicamentos: Subsídio de 60% custeado pela empresa para gastos com remédios de funcionários e seus dependentes.
  • Assistência Odontológica: Convênio totalmente gratuito para os trabalhadores.

O resultado reflete diretamente a confiança da categoria na liderança sindical e a união da classe trabalhadora.

A campanha considerada vitoriosa também ganhou força por meio de uma sólida rede de apoio que uniu, além do Sindicato dos Trabalhadores da Alimentação (STIAL), o Sindicato dos Motoristas de Limeira, a Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação do Estado de São Paulo (FETIASP), sindicatos filiados e a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Alimentação (CNTA).

O movimento contou ainda com o respaldo internacional da UITA (União Internacional dos Trabalhadores da Alimentação), que acompanhou as assembleias, e com a solidariedade dos Sindicatos da Alimentação de Jaboticabal e Araraquara, representantes das usinas São Martinho e Santa Cruz, que integram o mesmo grupo econômico (Grupo São Martinho).

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