PUBLICADO EM 24 de abr de 2026

Nestlé de Cordeirópolis melhora proposta, e trabalhadores aprovam novo Banco de Horas

Descubra os detalhes sobre a aprovação do Banco de Horas na Nestlé de Cordeirópolis e suas implicações para os trabalhadores.

Trabalhadores da Nestlé de Cordeirópolis aprovam Banco de Horas com novas melhorias e prazos claros para respostas.

Trabalhadores da Nestlé de Cordeirópolis aprovam Banco de Horas com novas melhorias e prazos claros para respostas.

Após a reprovação de uma proposta inicial, os trabalhadores da Nestlé – unidade de Cordeirópolis (SP) – aprovaram o Banco de Horas sugerido pela empresa, em assembleias realizadas nesta quinta-feira (23) pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação de Limeira e Região (STIAL).

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Entre as melhorias em relação à proposta anterior, está o prazo de três dias para que a empresa responda ao trabalhador sobre as solicitações de Banco de Horas. Também foram definidos critérios claros para o deferimento ou indeferimento dos pedidos, além da padronização da comunicação de resposta, com justificativa objetiva e sugestão de data alternativa. A Nestlé deverá ainda implementar um meio eletrônico para as solicitações.

A proposta inicial havia sido rejeitada pelos trabalhadores no dia 7 de abril, principalmente por dois pontos: a demora da empresa em responder ou autorizar a utilização do banco de horas; e a impossibilidade de o trabalhador folgar nos dias desejados, ficando a decisão concentrada unilateralmente na empresa.

O presidente do Sindicato, Artur Bueno Júnior, destacou que:

“As assembleias foram realizadas na portaria da empresa e a proposta foi aprovada pelo voto secreto de cada trabalhador. Destacamos a incansável resistência dos trabalhadores, que se mantiveram unidos e firmes, junto com o Sindicato, na defesa de seus direitos e por condições mais justas e dignas. A mobilização demonstrou a capacidade de organização da categoria”.

Artur também afirmou reconhecer “o espírito de negociação da empresa”, que demonstrou abertura ao diálogo social, fundamental para a construção de soluções justas e a modernização das relações de trabalho.

“O acordo aprovado representa um equilíbrio entre a necessidade de melhorias para os trabalhadores e a sustentabilidade operacional da empresa”, finalizou.

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