PUBLICADO EM 12 de set de 2026

Comerciários de Porto Alegre mobilizam-se em defesa dos trabalhadores das Casas Bahia

A mobilização nacional dos comerciários destaca os direitos e a valorização dos funcionários das Casas Bahia. Mais de 4 mil trabalhadores enfrentam uma situação de incerteza diante dos cortes promovidos pela empresa.

Trabalhadores e sindicatos se uniram em defesa dos comerciários das Casas Bahia em um ato por direitos e condições justas.

Trabalhadores e representantes sindicais realizaram, nesta sexta-feira (11), uma mobilização nacional em defesa dos direitos dos funcionários das Casas Bahia. Os atos denunciaram as demissões e cobraram respeito, valorização profissional e melhores condições de trabalho.

Trabalhadores e representantes sindicais realizaram, nesta sexta-feira (11), uma mobilização nacional em defesa dos direitos dos funcionários das Casas Bahia. Os atos denunciaram as demissões e cobraram respeito, valorização profissional e melhores condições de trabalho.

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Segundo as entidades sindicais, mais de 4 mil trabalhadores enfrentam uma situação de incerteza diante dos cortes promovidos pela empresa. As manifestações também chamaram a atenção para os impactos sociais das demissões sobre milhares de famílias em todo o país.

Porto Alegre

Em Porto Alegre, o ato reuniu representantes da Fetracos, Fecosul, Sindec-POA, Força Sindical e Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). A participação conjunta das entidades reforçou a unidade do movimento sindical na defesa dos empregos e dos direitos da categoria.

Durante a mobilização, Eduarda, funcionária das Casas Bahia, destacou a importância da união dos trabalhadores e dos sindicatos.

“Este é um ato importante, que reúne sindicatos representantes dos trabalhadores das Casas Bahia em nosso estado. A mobilização, porém, não acontece apenas aqui: ela está sendo realizada em todo o Brasil”, afirmou.

A trabalhadora também alertou para as dificuldades enfrentadas pelas famílias atingidas pelas demissões e criticou empresas que colocam os lucros acima das necessidades de seus funcionários.

“Neste momento, mais de quatro mil trabalhadores enfrentam uma situação difícil e talvez não tenham dinheiro sequer para colocar o café da manhã ou a comida dos filhos na mesa. Enquanto isso, uma empresa prioriza seus lucros e se esquece dos trabalhadores”, declarou.

Eduarda ressaltou ainda que a substituição de postos de trabalho por processos automatizados afeta diversas categorias. Ao final, agradeceu o apoio das entidades presentes no ato.

“Quero agradecer a todos os sindicatos que estão conosco nesta mobilização, lutando pela garantia dos nossos direitos”, concluiu.

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