
O Sindicato dos Padeiros de São Paulo certificará, nesta quinta-feira, 30, a 17ª turma do Projeto Padaria Artesanal, fortalecendo qualificação profissional, inclusão social e renda.
Além disso, o Projeto Padaria Artesanal combate a fome, reduz a pobreza, amplia oportunidades profissionais e fortalece comunidades. Lu Alckmin idealizou a iniciativa nacionalmente reconhecida.
Atualmente, o projeto funciona em 16 estados brasileiros, oferecendo formação prática para produzir pães artesanais nutritivos, sem conservantes químicos, utilizando receitas simples e acessíveis diariamente.
Durante as aulas, os participantes aprendem técnicas de panificação artesanal, qualificam-se profissionalmente, tornam-se multiplicadores e compartilham conhecimentos adquiridos em unidades descentralizadas com comunidades locais.
Além disso, os alunos também aprendem preparar pães utilizando fogão convencional, utensílios domésticos e espaços simples, permitindo produção própria, geração complementar de renda familiar.
Desde março de 2025, a Escola de Panificação e Confeitaria do Sindicato dos Padeiros tornou-se polo central paulista, coordenada pelo presidente Chiquinho Pereira oficialmente.
Entre março de 2025 e junho de 2026, a Escola formou 330 alunos multiplicadores, representando 122 entidades sociais e unidades descentralizadas em São Paulo.
Nesta quinta-feira, 30 de julho, o 17º curso começará às 7h30, realizará atividades práticas às 9h e encerrará certificação oficial às 17h.
A turma reunirá 28 alunos provenientes de 11 unidades descentralizadas. O professor Marcos Roberto de C. Padilha Filho, do Senai Barra Funda, coordenará as atividades.
A Escola de Panificação e Confeitaria funciona na Rua Major Diogo, 126, Bela Vista, mesmo endereço da sede do Sindicato dos Padeiros de São Paulo.
Além da Padaria Artesanal, a Escola oferece cursos certificados pelo Sebrae e Senai sobre docinhos, pães, salgados fitness, sobremesas, bolos no pote e produtos.
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