A FEQUIMFAR realiza, entre 10 e 12 de agosto, seu 11º Congresso, reunindo dirigentes sindicais para debater democracia, trabalho, organização sindical e desenvolvimento nacional brasileiro.
Na manhã desta quarta-feira, delegados analisaram a conjuntura política nacional e as tendências do Congresso Nacional, aprofundando discussões sobre desafios atuais enfrentados pelos trabalhadores brasileiros.
Primeiramente, José Dirceu participou virtualmente e abordou a conjuntura política, enquanto André Luís dos Santos, do DIAP, apresentou perspectivas e tendências do Congresso Nacional brasileiro.
Durante a tarde, os participantes concentraram debates nos desafios jurídicos e institucionais do sindicalismo, com análises sobre Direito, atuação sindical e enfrentamento às práticas antissindicais.
Francisco Alberto da Motta Peixoto Giordani discutiu Direito e sindicalismo, enquanto Bernardo Leôncio Moura Coelho apresentou instrumentos jurídicos utilizados pelo Ministério Público do Trabalho paulista.
Em seguida, Cesar Augusto de Mello, consultor jurídico da FEQUIMFAR, analisou decisões dos Tribunais Superiores capazes de prejudicar organização, representação e atuação dos sindicatos brasileiros.
Cerimônia de abertura
A cerimônia de abertura, realizada em 11 de agosto, reuniu representantes de diferentes centrais sindicais, categorias profissionais e entidades de diversas regiões brasileiras.
Participaram Antonio de Souza Ramalho, Ricardo Patah, Raimundo Suzart, Maria Auxiliadora dos Santos, Maria Nalva, Laura Santos, além de outras importantes lideranças sindicais convidadas presentes.
Na ocasião, os participantes também acompanharam mensagem do vice-presidente Geraldo Alckmin, enquanto lideranças defenderam organização sindical fortalecida diante dos atuais desafios políticos, sociais e trabalhistas.
Entre os temas discutidos, dirigentes destacaram combate às fake news, participação da juventude, formação sindical, ampliação dos debates e crescente presença feminina nos espaços sociais.
Também ganhou destaque o debate eleitoral, com defesa da participação dos trabalhadores e de candidaturas comprometidas com democracia, direitos sociais e interesses da classe trabalhadora.
O Congresso reúne lideranças de São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro, fortalecendo articulação sindical entre regiões brasileiras.
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