
A diretora do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, Cleonice Caetano Souza, participou da 30ª Parada do Orgulho LGBT
A diretora de Assistência Social e Previdência do Sindicato dos Comerciários de São Paulo (SECSP), Cleonice Caetano Souza, participou da 30ª Parada do Orgulho LGBTQIAPN+ de São Paulo, realizada no último domingo (7), na Avenida Paulista. Considerada uma das maiores manifestações do gênero no mundo, a Parada reuniu milhares de pessoas e teve como tema “A rua convoca, a urna confirma”, destacando a importância da participação popular, da ocupação dos espaços públicos e do fortalecimento da democracia por meio do voto e do engajamento social.
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Cleonice acompanhou a mobilização de perto e ressaltou a importância da presença do movimento sindical em espaços de visibilidade e de defesa dos direitos humanos. Segundo ela, além das pautas ligadas à diversidade e ao combate à discriminação, a manifestação foi marcada por debates sobre as condições de trabalho e a qualidade de vida da classe trabalhadora.
“Todas as pessoas que falaram nos trios abordaram a questão do fim da escala 6×1 e também alertaram para a necessidade de enfrentarmos o fascismo. A mensagem foi de que precisamos ocupar as ruas, mas também ir às urnas e fazer a diferença. Se temos milhares de pessoas na Parada, não é possível que não consigamos vencer esse fascismo”, afirmou a dirigente.
Em parceria com a ONG Abraça Mais, entidade que atua no acolhimento e apoio a mães, pais e familiares de pessoas LGBTQIAPN+, o Sindicato esteve presente por meio do Departamento de Assistência Social e Previdência e da Secretaria da Diversidade, reforçando o compromisso com a inclusão, o combate à LGBTfobia e a ampliação das oportunidades de trabalho para grupos historicamente discriminados.
Ao longo do evento, diversos artistas, ativistas e representantes de movimentos sociais utilizaram os trios elétricos para defender a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1, apontando os impactos desse modelo sobre a saúde física e mental dos trabalhadores, a convivência familiar, o lazer e a qualidade de vida. Também foram frequentes as manifestações em defesa da democracia, da ampliação das políticas públicas e da proteção dos direitos sociais.
Para o Sindicato dos Comerciários de São Paulo, a participação na Parada reforça a conexão entre as pautas da diversidade e as reivindicações do mundo do trabalho, evidenciando que a luta por igualdade, dignidade e respeito deve caminhar lado a lado com a defesa de melhores condições de vida para toda a classe trabalhadora.
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