O saxofonista Sonny Rollins morreu aos 95 anos na segunda-feira, em sua residência em Woodstock, no estado de Nova York. Familiares confirmaram a informação.
Conhecido como “Colosso do Saxofone”, o músico consolidou uma carreira histórica e tornou-se um dos últimos representantes da geração de ouro do jazz.
Além disso, Rollins revolucionou o gênero com improvisações marcantes, interpretações intensas e uma abordagem musical que combinava técnica refinada e profunda espiritualidade.
Nascido em Harlem, em 1930, o artista iniciou sua trajetória ainda jovem e rapidamente conquistou reconhecimento entre grandes nomes da música.
Legado que atravessou gerações
Posteriormente, o saxofonista trabalhou com músicos históricos e construiu uma discografia influente ao lado de artistas consagrados do jazz mundial.
Entre seus trabalhos mais conhecidos, o álbum Saxophone Colossus tornou-se referência definitiva e reforçou sua posição entre os maiores instrumentistas da história.
Entretanto, Rollins também marcou sua trajetória por períodos de reflexão artística, incluindo momentos dedicados ao aperfeiçoamento técnico e espiritual pessoal.
Ao longo de mais de seis décadas, o músico acumulou prêmios, reconhecimento internacional e influência permanente sobre diferentes gerações de artistas.
Sua morte encerra um capítulo importante do jazz mundial e deixa um legado que continuará influenciando músicos e admiradores em diferentes países.
Leia também: Glenn Miller interpreta: In the Mood; música



