
Ricardo Patah visita trabalhadores da Renner, destaca direitos, serviços do Sindicato e reforça a luta pelo fim da escala 6×1
Ricardo Patah, presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, visitou nesta segunda-feira trabalhadores da loje de roupas Renner no Vale do Anhangabaú, região central da capital paulista.
Durante o encontro, Patah conversou com comerciários, apresentou a trajetória da entidade e destacou a organização sindical como instrumento essencial para defender direitos trabalhistas coletivos.
O dirigente relembrou os 85 anos do Sindicato e destacou a criação de cláusula inédita sobre cota racial na Convenção Coletiva da categoria.
Segundo ele, a medida representa avanço importante na promoção da igualdade de oportunidades e no combate à discriminação enfrentada pelos trabalhadores no mercado de trabalho.
Na sequência, Patah recordou a atuação sindical durante crises no comércio, incluindo falências de tradicionais lojas de departamentos, como Mappin e Mesbla, na capital paulista.
Entidade organizada protege direitos
Para o dirigente, esses episódios mostram como uma entidade organizada pode proteger direitos e apoiar trabalhadores diante de instabilidades, demissões e dificuldades enfrentadas no comércio.
Outro tema abordado foi o fim da escala 6×1, reivindicação que o movimento sindical associa à redução da jornada, sem qualquer redução dos salários atuais.
Patah então afirmou durante o encontro:
“Não podemos aceitar que o trabalhador tenha apenas um dia de descanso depois de uma semana inteira de trabalho. Precisamos garantir mais tempo para a família, para o lazer, para os estudos e para a própria vida”.
Além das pautas trabalhistas, Patah apresentou serviços oferecidos pelo Sindicato, como parque aquático, colônia de férias, atendimento médico, odontológico, jurídico e outros benefícios aos associados.
Por fim, a visita aproximou a direção sindical da base, permitindo ouvir demandas, divulgar conquistas e fortalecer o diálogo com trabalhadores nos locais de trabalho.
Assim, o Sindicato afirma que mantém negociação coletiva, defesa jurídica, mobilização, assistência e serviços como pilares para proteger direitos e melhorar a qualidade de vida.
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