PUBLICADO EM 26 de out de 2026

Motta e Alcolumbre defendem união nacional após eleições

Presidentes da Câmara e do Senado parabenizam Lula pela reeleição e defendem diálogo, pacificação nacional e fortalecimento da democracia

Motta e Alcolumbre defendem união nacional após eleições

Motta e Alcolumbre defendem união nacional após eleições

Os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, defenderam a pacificação nacional após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em pronunciamento conjunto, realizado domingo (25), em Brasília, os parlamentares reconheceram o resultado das urnas e destacaram a importância do diálogo para superar divisões políticas nacionais.

Além disso, os dirigentes do Congresso Nacional parabenizaram Lula pela vitória eleitoral e reafirmaram o compromisso do Legislativo com as demandas e necessidades da população brasileira.

Alcolumbre defende pacificação e fortalecimento democrático

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), destacou a soberania popular e afirmou que o Congresso trabalhará pela pacificação nacional, respeitando a decisão dos eleitores brasileiros.

“Hoje nós estamos aqui, o Poder Legislativo brasileiro, o presidente da Câmara e o presidente do Senado, reconhecendo a decisão livre e soberana do povo brasileiro, sufragada nas urnas eletrônicas, que completam 30 anos e que são um patrimônio do Brasil que nós precisamos exaltar”, afirmou.

Alcolumbre também ressaltou a responsabilidade do Parlamento diante dos desafios nacionais e garantiu disposição para construir soluções que atendam às reivindicações apresentadas pela sociedade durante as eleições.

“Nós temos uma responsabilidade redobrada, do ponto de vista do Parlamento, de dar as respostas. E o presidente reeleito, Luiz Inácio Lula da Silva, contará com um Congresso altivo, voltado à pacificação”, declarou.

Em seguida, o senador defendeu a união nacional e alertou que a polarização política compromete o funcionamento das instituições democráticas e prejudica o futuro do país.

“Nós precisamos ter a compreensão de que o nosso país dividido não é bom para o povo brasileiro, não é bom para as instituições republicanas, não é bom para o futuro do Brasil. Passou a eleição. O presidente eleito tem que governar para os 215 milhões de brasileiros que vivem no Brasil e que precisam das respostas do Estado”, concluiu.

Hugo Motta destaca diálogo e oportunidade de conciliação

Por sua vez, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a reeleição de Lula representa uma oportunidade para superar a radicalização e promover a reconciliação nacional.

“Temos um Brasil dividido e radicalizado e, com a vitória de hoje, o presidente Lula tem uma nova oportunidade de conciliar o país, de olhar para frente e governar para todos”, declarou.

Motta também elogiou o sistema eleitoral brasileiro, destacando a segurança das urnas eletrônicas e a rapidez da apuração como exemplos da solidez democrática do país.

Além disso, o deputado defendeu uma avaliação dos resultados do governo e apontou desafios relacionados ao crescimento econômico, à segurança pública e à proteção social brasileira.

“Quero que o presidente reeleito possa fazer uma avaliação dos acertos e erros cometidos. Precisamos fazer uma autoavaliação do que precisa ser melhorado”, afirmou.

Congresso promete diálogo e harmonia entre os Poderes

Durante o pronunciamento, Motta reafirmou que Câmara e Senado estarão disponíveis para discutir propostas prioritárias, respeitando a independência institucional e buscando consensos para atender à população brasileira.

“Quero dizer mais uma vez que estaremos prontos para diálogo, independência e harmonia, como preconiza a Constituição, para dialogar e projetar um futuro do país, para poder ajudar e se empenhar naquilo que é importante”, destacou.

Por fim, os presidentes das duas Casas reafirmaram o respeito ao processo democrático e defenderam a cooperação institucional como caminho para enfrentar os desafios do Brasil.

As declarações sinalizam a disposição das lideranças parlamentares para estabelecer uma relação de diálogo com o governo reeleito, preservando a autonomia e as responsabilidades do Congresso Nacional.

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