
Os metalúrgicos da Modirum Gespi rejeitaram, nesta segunda-feira (13), a nova proposta de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e vale-alimentação apresentada pela empresa durante assembleia unificada.
Anteriormente, representantes do Sindicato negociaram com a direção da fábrica, instalada em São José dos Campos. Entretanto, a empresa manteve proposta considerada insuficiente pelos trabalhadores mobilizados.
A Gespi ofereceu PLR de R$ 3 mil e reajuste do vale-alimentação, elevando o benefício dos atuais R$ 200 para R$ 400 a partir de agosto.
Contudo, os trabalhadores mantiveram as reivindicações por PLR de R$ 3.500, vale-alimentação de R$ 600, fim do banco de horas e pagamento das horas extras.
Além disso, a categoria exige a efetivação imediata de todos os trabalhadores temporários, defendendo melhores condições de trabalho e valorização profissional nas negociações com a empresa.
“Essa nova proposta da empresa não foi suficiente para os trabalhadores, que continuarão de braços cruzados. Enquanto a Gespi não apresentar avanços nas propostas, as máquinas continuarão paradas!”, afirma o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos Arthur Cezário dos Santos.
A mobilização começou em 19 de junho, quando os metalúrgicos aprovaram o aviso de greve. Posteriormente, realizaram paralisação de uma hora e trinta minutos no dia 29.
Por fim, a greve iniciada no dia 7 segue sem acordo e completou novo período de paralisação nesta segunda-feira (13). A Gespi emprega aproximadamente 300 trabalhadores.
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