
A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) ampliou o diálogo institucional com o Supremo Tribunal Federal (STF) para debater temas estratégicos relacionados ao exercício profissional do Jornalismo no Brasil.
Após audiência realizada em 1º de junho com o ministro Cristiano Zanin, a entidade manteve reuniões com representantes de outros gabinetes da Corte durante esta semana.
Na segunda-feira, dirigentes da Federação foram recebidos por integrantes da equipe do ministro Gilmar Mendes. Em seguida, participaram de novos encontros com ministros do Supremo.
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Na quarta-feira, representantes da FENAJ e da assessoria jurídica reuniram-se com a ministra Cármen Lúcia, no Salão Branco do STF, fortalecendo interlocuções institucionais importantes.
Posteriormente, a comitiva encontrou-se com o ministro Dias Toffoli, em seu gabinete. Durante as audiências, a entidade apresentou três memoriais elaborados recentemente.
Avanço na pejotização
Os documentos abordam a Lei nº 15.325/2026, que criou a profissão de Multimídia, além do avanço da pejotização no setor da comunicação.
Além disso, os memoriais destacam a importância da formação superior para o exercício do Jornalismo diante dos desafios tecnológicos, informacionais e contemporâneos.
Segundo a Federação, os documentos reúnem análises jurídicas e técnicas que contribuem para reflexões sobre liberdade de imprensa, direito à informação e trabalho.
A aproximação institucional entre a FENAJ e o STF começou em 2025, quando dirigentes da entidade realizaram reunião com o ministro Flávio Dino.
Desde então, a Federação intensificou contatos com integrantes da Corte. Assim, busca apresentar posicionamentos da categoria sobre temas relevantes ao setor.
A agenda institucional continuará nas próximas semanas. A entidade já formalizou pedidos de audiência junto aos demais gabinetes do Supremo Tribunal Federal.
Na quinta-feira, o primeiro vice-presidente da FENAJ, Moacy Neves, encontrou-se com o ministro Nunes Marques e reforçou novos pedidos de audiência.
Nas reuniões, participaram dirigentes nacionais, representantes sindicais e assessores jurídicos, fortalecendo a atuação institucional da Federação junto aos ministros do STF.
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