PUBLICADO EM 28 de abr de 2022
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Colunista Paulo Pereira da Silva (Paulinho da Força)

O que tem para comemorar no Dia 1º de Maio?

O trabalhador não tem nada para comemorar no Dia 1º de Maio e em nenhum dia do ano. Temos visto os trabalhadores serem massacrados por uma política pública de desvalorização e de descaso. Não podemos nos cansar de denunciar os abusos pelos quais os brasileiros estão passando desde 2019. A retirada dos direitos trabalhistas, o sucateamento dos sindicatos e a desvalorização do salário mínimo deixam a classe trabalhadora desiludida e sem perspectiva.

Nos últimos anos, temos vivido momentos difíceis na economia mundial e isso atinge em cheio o Brasil. Não podemos ignorar esse problema. Muitos brasileiros estão passando fome mesmo recebendo salário.

Com a inflação alta, entrar no supermercado se tornou um grande desafio. Afinal, há estados onde a cesta básica custa mais de R$ 1.000. Para quem é assalariado, como a maioria da população, sobram apenas 222 reais. E para aqueles que não possuem renda, o jeito é viver de doações.

A fila do osso cresce em todo o país e o governo fecha os olhos para isso, como se esses trabalhadores não fossem nada. É como se eles não tivessem valor.

Todos os trabalhadores têm valor. E vamos mostrar a força que nós trabalhadores temos. Neste 1º de Maio não podemos esquecer o quanto o desemprego, a miséria e a recessão econômica tomaram conta dos lares dos brasileiros.

Importância da eleição

Tenho conversado com os trabalhadores sobre a importância das eleições deste ano para o país. Esta é o mais importante pleito depois da redemocratização e não podemos jogar fora a chance de melhorar o Brasil.

Precisamos pensar na atual conjuntura política e refletir sobre o assunto. Será que queremos continuar com isso?

Tenho certeza de que nenhum trabalhador quer dar continuidade a uma política de desvalorização, a uma política que só tira do cidadão.

Neste 1º de Maio, convido todos os brasileiros a pensarem em que país eles querem viver. No Brasil do desemprego e da fome ou no Brasil do crescimento econômico e da valorização dos trabalhadores?

Se a sua opção for a última, conte comigo! Vamos juntos por um Brasil melhor, justo e cheio de esperança para os trabalhadores.

Paulinho da Força – deputado federal e presidente do Solidariedade
As opiniões expostas neste artigo não refletem necessariamente a opinião do Rádio Peão Brasil

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