
Equipes de base do Sinpospetro RJ percorreram postos nesta segunda-feira (10), distribuindo panfletos e ampliando a mobilização dos frentistas durante a Campanha Salarial 2026 estadual.
Segundo o sindicato, cinco rodadas de negociação ocorreram sem avanços, enquanto representantes patronais mantêm proposta considerada insuficiente diante das reivindicações apresentadas pela categoria profissional agora.
Atualmente, o RJ Postos oferece reajuste salarial de 4,8% e correção de 4,42% pelo INPC para o abono, sem garantir ganho real aos trabalhadores atualmente.
Além disso, o sindicato destaca que a cesta básica subiu 15,45% no último ano, pressionando diretamente o orçamento e a alimentação das famílias dos frentistas.
Diante desse cenário, o material convoca trabalhadores a fortalecerem a união sindical e participarem das próximas assembleias, que poderão definir paralisações, mobilizações e eventual greve.
Assim, a campanha adota como mensagem central “salário digno é o nosso combustível” e reforça que a mobilização representa a principal força dos trabalhadores organizados.
Enquanto isso, o Sinpospetro RJ relata indignação entre trabalhadores, que enfrentam aumento do custo de vida enquanto exercem suas atividades diariamente sob diferentes condições climáticas.
O presidente do Sinpospetro RJ, Eusébio Luís Pinto Neto, afirmou que a entidade manterá posição firme diante da proposta apresentada pelos representantes dos postos fluminenses.
“O Sindicato não vai ceder, tendo em vista a necessidade urgente do trabalhador repor o seu poder de compra para alimentar sua família”, afirmou Eusébio.
“Os patrões insistem em oferecer apenas 4,8% de reajuste nos salários e a variação do INPC (4,42%) para o abono”, acrescentou o dirigente sindical fluminense.
“Ou seja, querem apenas repor a inflação oficial e esquecer o ganho real”, concluiu Eusébio, ao defender uma proposta capaz de valorizar efetivamente toda categoria.
Por fim, o sindicato afirma que próximas assembleias serão decisivas para avaliar medidas mais duras e ampliar a pressão por uma negociação justa pela categoria.
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