PUBLICADO EM 11 de ago de 2026

Sinpospetro RJ amplia pressão por aumento real

Sinpospetro RJ intensifica mobilização dos frentistas e cobra ganho real após cinco rodadas de negociação sem avanço com representantes patronais

Pressão por ganho real: descubra como os frentistas estão mobilizando para melhorias na negociação salarial em 2026.

Pressão por ganho real: descubra como os frentistas estão mobilizando para melhorias na negociação salarial em 2026.

Equipes de base do Sindicato dos Trabalhadores em Postos (Sinpospetro RJ) percorreram postos nesta segunda-feira (10), distribuindo panfletos e ampliando a mobilização dos frentistas durante a Campanha Salarial 2026 estadual.

Segundo o Sindicato, já ocorreram cinco rodadas de negociação sem avanços, enquanto representantes patronais mantêm proposta considerada insuficiente diante das reivindicações apresentadas pela categoria profissional agora.

Atualmente, o RJ Postos oferece reajuste salarial de 4,8% e correção de 4,42% pelo INPC para o abono, sem garantir ganho real aos trabalhadores atualmente.

Além disso, o sindicato destaca que a cesta básica subiu 15,45% no último ano, pressionando diretamente o orçamento e a alimentação das famílias dos frentistas.

Diante desse cenário, o material convoca trabalhadores a fortalecerem a união sindical e participarem das próximas assembleias, que poderão definir paralisações, mobilizações e eventual greve.

“Salário digno é o nosso combustível”

Assim, a campanha adota como mensagem central “salário digno é o nosso combustível” e reforça que a mobilização representa a principal força dos trabalhadores organizados.

Enquanto isso, o Sinpospetro RJ relata indignação entre trabalhadores, que enfrentam aumento do custo de vida enquanto exercem suas atividades diariamente sob diferentes condições climáticas.

O presidente do Sinpospetro RJ, Eusébio Luís Pinto Neto, afirmou que a entidade manterá posição firme diante da proposta apresentada pelos representantes dos postos fluminenses.

“O Sindicato não vai ceder, tendo em vista a necessidade urgente do trabalhador repor o seu poder de compra para alimentar sua família. Os patrões insistem em oferecer apenas 4,8% de reajuste nos salários e a variação do INPC (4,42%) para o abono. Ou seja, querem apenas repor a inflação oficial e esquecer o ganho real”, concluiu Eusébio, ao defender uma proposta capaz de valorizar efetivamente toda categoria.

Por fim, o sindicato afirma que próximas assembleias serão decisivas para avaliar medidas mais duras e ampliar a pressão por uma negociação justa pela categoria.

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