PUBLICADO EM 08 de mar de 2019
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28 anos na defesa dos direitos dos trabalhadores

Em um 8 de março como o de hoje, Dia Internacional da Mulher, nascia, há exatos 28 anos, em um grande Congresso no Memorial da América Latina, em São Paulo, uma nova força que mudaria os rumos do movimento sindical, tirando-o do conformismo acentuado ou do radicalismo exacerbado.

Em um 8 de março como o de hoje, Dia Internacional da Mulher, nascia, há exatos 28 anos, em um grande Congresso no Memorial da América Latina, em São Paulo, uma nova força que mudaria os rumos do movimento sindical, tirando-o do conformismo acentuado ou do radicalismo exacerbado.

Naquele dia, na presença de mais de 2.500 pessoas, entre trabalhadores, militantes, aposentados, autoridades, dirigentes de todo o País e do exterior, nascia a Força Sindical, uma Central autônoma, livre, pluralista, aberta ao debate mas firme em suas convicções.

De lá para cá “muita água passou por debaixo da ponte”. A Central cresceu, encorpou-se e tornou-se referência nas lutas dos trabalhadores e trabalhadoras do País, além de ganhar reconhecimento internacional por parte de importantes entidades sindicais de várias nações (no Brasil, a Força Sindical representa, hoje, cerca de 2.750 entidades, num total aproximado de 10 milhões de trabalhadores).

A Força Sindical vem atuando de forma definitiva para modernizar o movimento dos trabalhadores brasileiros nas grandes lutas em nível nacional. Nossa bandeira atual é a pela aprovação da Pauta Trabalhista, que traz em seu conteúdo, entre outras reivindicações, a redução da jornada de trabalho, a manutenção da política do salário mínimo, igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, a ratificação da Convenção 158 da OIT (que coíbe as demissões imotivadas) e a regulamentação da 151 (direito dos servidores à negociação coletiva), a correção da tabela do IR, o fim do Fator Previdenciário, juros menores, a valorização das aposentadorias e o respeito aos direitos dos trabalhadores (revogação das MPs 664 e 665, que reduzem nossas conquistas).

A luta continua árdua: crise econômica, desemprego, inflação e juros altos, corrupção, educação e saúde precárias, atentados contra direitos dos trabalhadores. Em suma: temos muito trabalho pela frente, mas não podemos desistir. Vamos continuar firmes, fortes e cada vez mais unidos, em busca do Brasil que os brasileiros desejam e merecem.

Miguel Torres
Presidente da Força Sindical

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