
Paulo Pereira da Silva, deputado federal SD-SP
Segundo Camila Turtelli e Mariana Haubert, de O Estado de S.Paulo, com as informações divulgadas até agora sobre a reforma da previdência, que contemplam idade mínima e tempo de transição, líderes da Câmara demonstram que deve haver resistência ao texto que será apresentado pelo governo na próxima quarta-feira.
Para o deputado Arthur Lira (AL), líder do PP, o governo tem pecado na articulação com o Congresso. “Eu fiz um pedido para o governo para que fôssemos os primeiros a ser chamados, porque seremos os primeiros a ser demandados. Mas até agora temos apenas o que está sendo divulgado pela imprensa”, afirmou. Para ele, faltou ao governo fazer “um aceno político” aos parlamentares.
Já o líder do PT, deputado Paulo Pimenta (RS), acredita que o presidente Jair Bolsonaro terá dificuldades para convencer a sua base de apoio no Congresso e a população em geral. Para ele, o próprio presidente, quando era deputado, foi contrário a aspectos centrais da sua atual proposta, como a idade mínima de 65 anos para a aposentadoria de homens e de 62 anos, de mulheres. “Quando ele estava aqui na Câmara, ele se manifestou, por muitas vezes, contrário a essa questão. Dizia que essa idade era uma desumanidade. Ele construiu uma trajetória com um discurso contrário ao que está sendo apresentado agora”, disse.Antes mesmo de ver o texto na íntegra, o Solidariedade já alertou que vai apresentar emendas ao projeto. Para o presidente nacional do partido, Paulinho da Força, a reforma é necessária, mas a definição da idade mínima precisa levar em consideração as diferenças regionais do País. “Desconsiderar as diferenças regionais que existem no Brasil é muito grave, pois a variação de expectativa de vida de um Estado para outro é muito grande”, disse o parlamentar.
Já o líder do PSL, Delegado Waldir (PSL-GO), disse que a reforma terá o total apoio da bancada. Os deputados do PSL se reúnem na semana que vem com Bolsonaro e o com o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, para que haja consenso e pacificação entre os parlamentares sobre a reforma. A ideia é que eles sejam os primeiros a fazer uma defesa enfática do texto a ser enviado pelo governo ao Congresso.
Bolsonaro também vai se reunir com os líderes partidários. Eles serão recebidos para um café da manhã no Palácio da Alvorada na quinta-feira, dia 21. A intenção é convencer os deputados sobre a importância da aprovação do texto. De acordo com o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), foram convidados os partidos que o governo acredita que estarão em sua base de apoio. Já da oposição, foram chamados apenas o PSB e o PDT. Os líderes do PT, PCdoB, Psol, Rede e PPL ficarão de fora da conversa.
Fonte: Estadão




Para mulher e muito 62 anos o autor da reforma acho que não teve mãe ou foi adotado depois de 10 anos de idade
Para mulher e muito 62 anos o autor da reforma acho que não teve mãe ou foi adotado depois de 10 anos de idade este cidadão já prejudicou os trabalhadores com a reforma trabalhista
Essa reforma vai ser a maior deforma que já vimos até agora só pra lascar o pobre só ouvi isso até agora não os políticos, os funcionários federal, estadual públicos, os militares, não houve nada sobre eles,
Eu tambem penço que as idade para aposentadorias tanto do home como da mulher tem que ser revisada para baixo ou seja 62 p/ homem e 58 pa as mulher temos que lutar para isso.
PARABÉNS A TODOS QUE ESTÁ PARTICIPANDO DOS ATOS CONTRA AREFORMA DA PREVIDÊNCIA.QUE ACABA COM APOSENTADORIA DE QUEM MAIS PRECISA . COMPANHEIRO VAMOS À LUTA VAMOS DAR AS MÃOS E VENCER ESSA MALDITA REFORMA