
João Guilherme Vargas Neto
Seria muito bom que a uma palavra de ordem o movimento sindical se manifestasse em resposta, de maneira unânime e rápida, executando as tarefas compatíveis.
Mas isto seria o mundo ideal e na realidade as coisas não são assim.
No mundo real a organização sindical dos trabalhadores e trabalhadoras tem que ser, a todo momento, trabalhada pelos dirigentes que realizam as negociações de praxe, reforçam a sindicalização e buscam estreitar os vínculos unitários exigidos para os êxitos das reivindicações e propostas.
É o que têm procurado fazer, nesta semana, as direções das centrais sindicais.
Em primeiro lugar garantiram a unidade de ação, recomendando aos associados a descentralização das comemorações do 1º de Maio.
Em seguida puseram em movimento a realização de uma nova CONCLAT, em Brasília, alcançada pela marcha dos dirigentes e ativistas de todo país.
Esta CONCLAT, representativa, discutiu e aprovou a pauta dos trabalhadores a ser apresentada aos representantes dos três poderes e que servirá de enlace unitário e de conteúdo para as comemorações descentralizadas do 1º de Maio.
Este é o esforço no mundo real dos trabalhadores e trabalhadoras para garantir seu protagonismo em 2026.
João Guilherme Vargas Netto, assessor sindical



