PUBLICADO EM 29 de set de 2026

Ramalho da Construção defende jornada de 40 horas e escala 5×2 no Podcast dos Comerciários

Em conversa com Ricardo Patah, dirigente também destacou a importância do voto para ampliar a representação dos trabalhadores no Congresso e defendeu a escola em tempo integral.

Ramalho da Construção defende a jornada de trabalho de 40 horas e a escala 5×2 para melhorar a vida dos trabalhadores.

Ramalho da Construção defende a jornada de trabalho de 40 horas e a escala 5×2 para melhorar a vida dos trabalhadores.

A redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais e o fim da escala 6×1 estiveram entre os temas da entrevista de Ramalho da Construção a Ricardo Patah no Podcast dos Comerciários. Ao defender a escala 5×2, com dois dias de descanso por semana, Ramalho afirmou que os trabalhadores precisam de mais tempo para a família, o lazer e a qualificação profissional.

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Na conversa, ele associou o debate sobre o tempo de trabalho à necessidade de ampliar a oferta de escolas em tempo integral. Para Ramalho, uma jornada escolar mais longa, com atividades educativas e esportivas, pode contribuir para a formação das crianças e ajudar as famílias a conciliar o cuidado com os filhos e o emprego. Ele chamou atenção especialmente para a rotina das mães trabalhadoras.

Bets e eleiçoes

O dirigente também falou sobre como o fim das bets vai ajudar as famílias brasileiras e sobre as eleições, pedindo aos trabalhadores que observem as posições dos candidatos ao Legislativo. Em sua avaliação, a escolha de deputados e senadores tem consequências diretas para a aprovação de leis trabalhistas. Ramalho citou a força de grupos organizados no Congresso e defendeu que os trabalhadores também elejam representantes comprometidos com seus interesses.

Ao apresentar o convidado, Ricardo Patah destacou sua trajetória no movimento sindical e na política, além da disposição de dialogar com trabalhadores de diferentes categorias. A entrevista aproximou, assim, pautas da construção civil e do comércio em torno de uma reivindicação comum: uma organização do trabalho que assegure renda, direitos e tempo para viver.

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