A segunda rodada de negociações da Convenção Coletiva de Trabalho 2026/2027 do setor de azeite e óleo terminou sem acordo nesta quarta-feira (14), em São Paulo.
Durante o encontro, realizado na sede da FITIASP, representantes dos trabalhadores rejeitaram a proposta patronal e apresentaram uma contraproposta para garantir melhores condições à categoria.
Proposta patronal rejeitada
A bancada patronal ofereceu piso salarial de R$ 2.524,11, reajuste de 4,5% nos demais salários, com teto de R$ 16.951,10, além dos seguintes benefícios:
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PLR: R$ 2.524,12, em duas parcelas.
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Cesta básica: R$ 373,12.
Contraproposta dos trabalhadores
Entretanto, a FITIASP e a FTIA Interior rejeitaram os valores apresentados e defenderam uma contraproposta que amplia os reajustes salariais e melhora os benefícios oferecidos.
As entidades reivindicam piso salarial de R$ 2.560,00, reajuste de 5% nos demais salários e melhores condições econômicas para os trabalhadores, incluindo os seguintes benefícios:
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PLR: R$ 2.560,00.
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Cesta básica: R$ 380,00, aumentando para R$ 400,00 em janeiro.
Negociações continuam
Por fim, os representantes patronais assumiram o compromisso de analisar a contraproposta e apresentar uma resposta, enquanto os dirigentes sindicais aguardam a continuidade das negociações coletivas.
A FITIASP e a FTIA Interior seguem mobilizadas na defesa da valorização salarial, dos benefícios e dos direitos dos trabalhadores das indústrias de azeite e óleo.
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