PUBLICADO EM 15 de out de 2026

Trabalhadores rejeitam proposta patronal no setor de azeite e óleo

FITIASP e FTIA Interior rejeitam proposta patronal e apresentam contraproposta com reajuste salarial de 5% e melhorias nos benefícios

Trabalhadores rejeitam proposta patronal no setor de azeite e óleoA segunda rodada de negociações da Convenção Coletiva de Trabalho 2026/2027 do setor de azeite e óleo terminou sem acordo nesta quarta-feira (14), em São Paulo.

Durante o encontro, realizado na sede da FITIASP, representantes dos trabalhadores rejeitaram a proposta patronal e apresentaram uma contraproposta para garantir melhores condições à categoria.

Proposta patronal rejeitada

A bancada patronal ofereceu piso salarial de R$ 2.524,11, reajuste de 4,5% nos demais salários, com teto de R$ 16.951,10, além dos seguintes benefícios:

  • PLR: R$ 2.524,12, em duas parcelas.

  • Cesta básica: R$ 373,12.

Contraproposta dos trabalhadores

Entretanto, a FITIASP e a FTIA Interior rejeitaram os valores apresentados e defenderam uma contraproposta que amplia os reajustes salariais e melhora os benefícios oferecidos.

As entidades reivindicam piso salarial de R$ 2.560,00, reajuste de 5% nos demais salários e melhores condições econômicas para os trabalhadores, incluindo os seguintes benefícios:

  • PLR: R$ 2.560,00.

  • Cesta básica: R$ 380,00, aumentando para R$ 400,00 em janeiro.

Negociações continuam

Por fim, os representantes patronais assumiram o compromisso de analisar a contraproposta e apresentar uma resposta, enquanto os dirigentes sindicais aguardam a continuidade das negociações coletivas.

A FITIASP e a FTIA Interior seguem mobilizadas na defesa da valorização salarial, dos benefícios e dos direitos dos trabalhadores das indústrias de azeite e óleo.

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