PUBLICADO EM 26 de jan de 2021
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Santos: Sindest cobra negociação da data-base de fevereiro

“Paciência tem limite. Exigimos respeito. Queremos que, rapidamente, o prefeito (de Santos, Rogério Santos –PSDB) mande uma resposta e abra as negociações. Esperamos que não aja como o antecessor”.
O desabafo é do presidente do sindicato dos servidores municipais estatutários (Sindest), Fábio Marcelo Pimentel, sobre a campanha salarial dos 12 mil trabalhadores da ativa e 4 mil aposentados.
Em ‘live’ no Facebook e Youtube, na noite de terça-feira (19), o sindicalista disse que mandou ofício ao prefeito com as reivindicações em 5 de janeiro e que já telefonou para cobrar o início das negociações.
Poucas horas antes da ‘live’, ele mandou novo ofício a Rogério. No ar, Fábio lembrou que a categoria não teve reajuste, em 2020, por “descaso e desrespeito” do prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB).
O diretor de comunicação do sindicato, Daniel Gomes Araújo, disse na ‘live’ que a qualidade do serviço público depende de um servidor atendido em suas reivindicações básicas.

Passando necessidades

O sindicalista lembrou que o gasto da prefeitura com a folha de pagamento do funcionalismo é de 42%, “bem abaixo dos 60% fixados pela lei de responsabilidade fiscal”.
O secretário-geral do sindicato, Donizete Fabiano Ribeiro, que participou da ‘live’, disse que, segundo Paulo Alexandre, sobraram R$ 70 milhões no cofre da prefeitura de 2020 para 2021.
“Isso seria suficiente para ter atendido as reivindicações da campanha salarial de 2020”, explicou o sindicalista. “Mas ele preferiu deixar a família servidora passando necessidades”.
O mediador da ‘live’, jornalista Willian Ribeiro, disse que a sobra de caixa em Santos foi maior que os R$ 60 milhões deixados pelo prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB).

A ‘live’ está no ‘link’

Por causa do feriado em Santos, não haverá ‘live’ do Sindest nesta terça-feira (26).

Fonte: Assessoria de Imprensa

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