PUBLICADO EM 21 de jun de 2022
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Colunista Cláudio Magrão

Vamos cumprir com nossa obrigação!

Nunca será demais reforçar a necessidade de estarmos diariamente lutando pelos direitos dos trabalhadores e por mais e mais conquistas. Como sindicalistas fizemos isso por quase toda a vida e, principalmente em momentos de crise econômica e social, nosso trabalho tem se mostrado fundamental no decorrer da história na defesa por mais justiça aos que trabalham.

Assim foi o papel dos sindicatos antes de nós. Assim foi na resistência à ditadura militar. Assim foi pela redemocratização do país. Assim foi em todos os períodos de turbulência política e econômica e assim sempre será toda vez que a classe trabalhadora estiver sob qualquer tipo de ameaça.

Sabemos que nunca foi fácil garantir ou conquistar direitos àqueles que geram a riqueza do país. Também sabemos que nos últimos anos esse governo que aí está não representa em nada nossos interesses. Tudo tem feito para destruir os sindicatos ou qualquer instrumento de defesa dos trabalhadores, precarizando e empobrecendo cada vez mais a população que tenta, à qualquer custo, sobreviver a tanta incompetência.

Repito, nunca foi fácil defender nossos sindicatos e nossa essência de luta por dias melhores para todos. Mas certamente é sempre da necessidade coletiva que brota e fortalece nossa capacidade de resistência e dessa forma continuaremos com nossa luta dentro e fora das fábricas, em qualquer local de trabalho ou de convivência social estaremos sempre ativos contra qualquer tipo de opressão.

Uma forte luz se apresenta no fim do túnel e tem até data marcada: Outubro de 2022. Portanto, cabe a cada um de nós fazer valer todos os dias nossas convicções para mantermos e tornarmos essa luz cada vez mais forte no sentido de mudarmos os rumos de nosso país. Os desafios estão colocados e, mais uma vez, está em nossas mãos a obrigação de superá-los em busca de uma vida mais justa.

Claudio Magrão é Secretário Geral da Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo

As opiniões expostas neste artigo não refletem necessariamente a opinião do Rádio Peão Brasil

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