PUBLICADO EM 15 de ago de 2025

Centrais sindicais convocam ato em defesa da soberania

Centrais sindicais e movimentos sociais convocam ato, no 7 de Setembro, em defesa da soberania nacional e contra a anistia a golpistas. Em São Paulo o ato será na Praça da República.

Centrais sindicais convocam ato em defesa da soberania

Centrais sindicais convocam ato em defesa da soberania. No início de agosto, as centrais sindicais realizaram ato em frente a embaixada americana em São Paulo, contra o tarifaço de Trump – Foto: Jaélcio Santana

Centrais sindicais, movimentos sociais e lideranças políticas convocaram trabalhadores, empresários e organizações para uma mobilização conjunta voltada ao fortalecimento do consumo interno e à ampliação das exportações e em defesa da soberania nacional.

Diante de um cenário considerado decisivo, forças populares, democráticas e progressistas intensificaram a mobilização em defesa da soberania nacional e dos direitos da população.

As lideranças destacaram que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotou uma política soberana, com foco no fortalecimento das instituições e na implementação de medidas que protegeram o país de pressões externas e práticas classificadas como imperialistas.

De acordo com a nota divulgada, essas práticas teriam origem no governo dos Estados Unidos e contaram com o apoio da família Bolsonaro e de setores da extrema direita brasileira. O posicionamento gerou indignação popular e reforçou o apelo por mobilização social.

As centrais também afirmaram que a crise internacional intensificou ataques ao Brasil, defendendo que os princípios de independência e soberania orientem as ações nacionais, especialmente nas manifestações de 7 de Setembro.

Nesse contexto, as lideranças convocaram a população a participar dos atos, destacando que o país pertence aos brasileiros e defendendo a democracia com justiça social. Em São Paulo, a manifestação está prevista para ocorrer na Praça da República.

Entre as principais pautas, estão a defesa da soberania nacional e a rejeição a qualquer anistia para envolvidos em atos golpistas, classificados como traidores da pátria e em defesa da soberania.

O documento é assinado por dirigentes de diversas entidades, entre elas CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST, CSB, Intersindical, Pública, Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo.

Segundo os organizadores, a iniciativa representa um marco de unidade entre centrais sindicais e movimentos sociais, reforçando o compromisso com um Brasil democrático, soberano e voltado ao bem-estar coletivo.

Centrais Sindicais e o 7 de setembro: dia de defender a soberania!

Veja a íntegra do documento:

Unidos pela soberania

O Brasil vive um momento decisivo. É hora de as forças populares, democráticas e progressistas se erguerem para defender a soberania nacional e os direitos do nosso povo. Não aceitaremos que interesses externos ditem o destino do país. Governo, empresários comprometidos com a pátria e trabalhadores devem apostar no fortalecimento do consumo interno e na conquista de novos mercados para nossas exportações.

O presidente Lula conduz uma política soberana, voltada para o fortalecimento das instituições e para soluções que protejam o país das ações imperialistas que partem do governo dos Estados Unidos, liderado por Donald Trump, e que, para indignação do povo, contam com a família Bolsonaro e com a extrema-direita nacional.

Não passarão! O povo brasileiro já reconhece as manobras daqueles que traem a nação em troca de benefícios pessoais.

A crise internacional está posta e o Brasil está sendo injustamente atacado. Por isso, a soberania deve ser o lema deste 7 de Setembro, Dia da Independência.

Convocamos todos e todas – trabalhadores, empresários, movimentos sociais, estudantes, lideranças partidárias, parlamentares, lideranças religiosas, artistas, intelectuais, militares, organizações da sociedade civil e o povo brasileiro – a se mobilizar para reafirmar: o Brasil é dos brasileiros!

É hora de lutar:

  • Pela defesa intransigente da soberania nacional e democracia com justiça social!
  • Sem anistia para golpistas e traidores da pátria!

São Paulo, 15 de agosto de 2025

Sérgio Nobre, presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores)

Miguel Torres, presidente da (Força Sindical)

Ricardo Patah, presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores)

Adilson Araújo, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)

Moacyr Tesch Auersvald, presidente da NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores)

Antonio Neto, presidente da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros)

Nilza Pereira, secretária-geral da INTERSINDICAL

José Gozze, presidente da PÚBLICA Central do Servidor

Frente Brasil Popular

Frente Povo Sem Medo

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