PUBLICADO EM 03 de mar de 2026

Posse da Federação dos Metalúrgicos SP reúne 2,5 mil e reforça unidade

Posse da Federação dos Metalúrgicos SP reúne 2,5 mil em Jundiaí, destaca unidade, nova diretoria e defesa da jornada menor

Posse da Federação dos Metalúrgicos SP reúne 2,5 mil e reforça unidade

Posse da Federação dos Metalúrgicos SP reúne 2,5 mil e reforça unidade

No dia 28 de fevereiro de 2026, em Jundiaí, mais de 2.500 pessoas participaram da posse da Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo.

O ato marcou um momento histórico para os metalúrgicos paulistas, que celebraram a posse oficial e festiva dos 36 diretores da entidade.

A Federação é presidida por Eliseu Silva Costa e representa mais de 700 mil trabalhadores nas bases dos 54 sindicatos filiados.

O evento contou com a presença do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, que destacou a Nova Indústria Brasil e a isenção do Imposto de Renda.

Também participou Miguel Torres, presidente da Força Sindical e da CNTM, reforçando pautas centrais da categoria metalúrgica paulista.

Durante a cerimônia, Torres cumprimentou a nova diretoria e reafirmou o compromisso com a redução da jornada e o fim da escala 6×1.

“Essa Federação tem papel estratégico na defesa do emprego, do salário e da dignidade, fortalecendo a negociação coletiva e a democracia”, afirmou Torres.

Por sua vez, Eliseu destacou a responsabilidade do novo mandato e projetou avanços concretos para a categoria.

“Assumimos este mandato com compromisso firme de ampliar conquistas, fortalecer nossos sindicatos filiados e defender cada posto de trabalho”, declarou o presidente.

Além disso, lideranças defenderam o combate à pejotização, a proteção dos direitos trabalhistas e a mobilização permanente rumo às eleições gerais de 2026.

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos, Josinaldo Cabeça assumiu a diretoria efetiva da Federação como segundo vice-presidente.

“Levo para a Federação a voz da nossa base e o compromisso de lutar diariamente por melhores salários, condições dignas e respeito”, afirmou Cabeça.

Com ampla participação popular e sindical, o ato consolidou a unidade metalúrgica e fortaleceu a luta por indústria forte e trabalho digno.

Leia também: Centrais e OIT alinham agenda antes da II CNT

COLUNISTAS

QUENTINHAS