
A Democracia é essencial para a classe trabalhadora. Descubra como defender esse regime fundamental e seus direitos. Foto: Ricardo Stuckert/PR
A Democracia é o único regime que permite aos trabalhadores e trabalhadoras, que são a maioria da sociedade, reivindicar, lutar e conquistar direitos e melhores condições de vida, de trabalho e de renda.
Nas ditaduras, como a que ocorreu no Brasil a partir do golpe de 1964, a classe operária e suas entidades representativas (os sindicatos) são as principais vítimas da repressão e do autoritarismo. Defender a Democracia é, portanto, uma atitude que devemos ter permanentemente, diariamente.
Foi o que fizemos neste 8 de janeiro de 2026, ao lembrarmos que há exatos três anos tentaram dar um novo golpe contra a Democracia brasileira e o Estado Democrático de Direito.
Em 8 de janeiro de 2023, em mais um episódio da trama golpista de 2022, golpistas invadiram a Praça dos Três Poderes, no Distrito Federal, destruíram o patrimônio público e buscaram a intervenção militar.
A reação nacional e internacional em defesa da nossa Democracia foi imediata; milhares de golpistas foram investigados, processados e condenados pelo STF.
Forças políticas da direita, porém, tentam anistiar os golpistas, inclusive com um projeto de lei da dosimetria, que beneficiaria, entre outros, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está preso na Polícia Federal por ser um dos principais líderes da trama golpista.
O projeto da dosimetria, aprovado pelo Congresso Nacional no ano passado, foi vetado pelo presidente Lula no dia 8 de janeiro de 2026, em solenidade em Brasília em defesa da Democracia. Fique atento ao Congresso Nacional, veja como vão se posicionar os deputados e senadores em relação ao veto presidencial e faça a sua reflexão.
Vamos nos manter unidos, mobilizados e conscientes, pois precisamos da Democracia e das eleições para continuarmos no rumo certo da construção de um Brasil cada vez mais desenvolvido, justo e em paz! Democracia, sempre! Ditadura, nunca mais!
Chiquinho Pereira é presidente do Sindicato dos Padeiros de São Paulo e da Febrapan (Federação Brasileira dos Trabalhadores nas Indústrias de Panificação, Confeitarias e Padarias) e secretário de Organização, Formação e Políticas Sindicais da UGT.































