PUBLICADO EM 07 de nov de 2025

UGT e SINTETEL fortalecem mulheres sindicalistas em curso nacional

UGT e SINTETEL integram curso do Ministério das Mulheres em Luziânia (GO), capacitando lideranças para negociação coletiva e igualdade salarial

UGT e SINTETEL fortalecem mulheres sindicalistas em curso nacional

UGT e SINTETEL fortalecem mulheres sindicalistas em curso nacional

UGT e SINTETEL participam do curso Mulheres Sindicalistas e as Negociações Coletivas, em Luziânia, Goiás, promovido pelo Ministério das Mulheres com foco em igualdade gênero.

O curso ocorre de 4 a 7 de novembro, reúne delegações das sete centrais sindicais e capacita mulheres para negociações coletivas com perspectiva de igualdade.

A UGT participa com 21 lideranças, incluindo Maria Edna Medeiros, secretária da Mulher do SINTETEL e da UGT, além de outras dirigentes do setor telecom.

Em sequência, especialistas do DIEESE e do CESiT/Unicamp, como Milena Prado, Cristina Vieceli e Marilane Teixeira, apresentam reflexões sobre desafios das relações de trabalho atuais.

Na abertura, Rosane da Silva defende engajamento dos poderes no cumprimento da Lei da Igualdade Salarial e reforça o debate em instituições e negociações coletivas.

O evento ocorre após relatório apontar que mulheres recebem 21,2% menos que homens, diferença média de R$1.049,67 nos salários praticados segundo dados do 4º relatório.

O Ministério das Mulheres impulsiona ações como o Guia de Negociação da Lei de Igualdade Salarial e o Pró-Equidade de Gênero e Raça em curso.

Por fim, a formação busca fortalecer mulheres nas mesas de negociação e avançar na construção de um mundo do trabalho mais justo e igualitário sempre.

A segunda etapa ocorrerá em maio de 2026, dando continuidade à formação e ampliando a capacidade de incidência das mulheres sindicalistas nas negociações coletivas, efetivamente.

Assim, entidades reafirmam compromisso com a equidade de gênero, defendem igualdade salarial e constroem ações concretas para transformar o trabalho no Brasil com mobilização diária.

Leia também: Sindicalismo leva trabalho decente e transição justa à COP30

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