
Trabalhadores da Copel rejeitam novo cálculo do PLR
Os trabalhadores da Copel rejeitaram, na última semana, o novo modelo de cálculo da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) proposto pela empresa.
Assim, a assembleia unificada contou com 1.625 participantes de diversas categorias representadas por vários sindicatos. A votação ocorreu de forma virtual, garantindo ampla participação.
Proposta limita valores e rompe vínculo com lucros
Dessa forma, 66,15% dos trabalhadores votaram contra a nova forma de cálculo. O modelo limita os valores pagos e, além disso, não vincula o pagamento ao lucro real da empresa.
No modelo anterior, o valor da PLR variava de acordo com o desempenho financeiro da Copel, o que garantia maior retorno aos funcionários em anos de bons resultados.
Agora, com a nova proposta, os sindicatos temem prejuízos diretos no bolso dos trabalhadores. Por isso, classificam o modelo como insuficiente e injusto.
Sindicatos exigem nova negociação
Após a rejeição, os representantes sindicais pediram a reabertura imediata das negociações com a direção da Copel. Assim, pretendem evitar o que chamam de “desequilíbrio financeiro” para a categoria.
Além disso, os sindicatos alertaram os trabalhadores para que se mantenham mobilizados. Para eles, a união é essencial para garantir um acordo mais justo em 2026.
Portanto, novas reuniões devem ocorrer nas próximas semanas. Enquanto isso, os sindicatos reforçam que não aceitam retrocessos nos direitos já conquistados.
“Vamos lutar para manter um modelo de PLR justo, que valorize quem faz a Copel crescer”, afirmam dirigentes sindicais.
A categoria promete intensificar a pressão até a empresa apresentar uma proposta que atenda às expectativas dos trabalhadores.
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