
Força Sindical: BC acerta remédio, mas erra dose – Foto: Arquivo
A Força Sindical avaliou nesta quarta-feira, 18 de março, que o Copom acertou ao reduzir a Selic, porém errou na dosagem aplicada.
Além disso, a central destacou que o corte de apenas 0,25 ponto percentual foi tímido, mantendo a taxa ainda elevada para padrões econômicos atuais.
Com a decisão, a taxa básica passou para 14,75% ao ano, porém segue considerada impraticável para estimular investimentos produtivos e ampliar o dinamismo econômico nacional.
Nesse contexto, de acordo com Miguel Torres, Presidente da Força Sindical, a redução insuficiente não injeta ânimo na economia, limitando o consumo e dificultando a geração de empregos de qualidade.
Por outro lado, a manutenção de juros elevados compromete negociações salariais no primeiro semestre, enfraquecendo o poder de barganha dos trabalhadores nas campanhas coletivas em curso.
O sindicalista afirmou que juros elevados sangram o país, pois restringem investimentos públicos em áreas essenciais, como educação, saúde e infraestrutura nacional.
Leia a nota na Íntegra:
BC acerta remédio, mas erra dose
A Força Sindical avaliou nesta quarta-feira, 18 de março, que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central acertou no remédio, mas errou na dosagem, ao reduzir a taxa de juros Selic em apenas 0,25 ponto porcentual. A queda é muito tímida.
A Taxa que passou agora para 14,75% a.a. continua muito alta e exorbitante.
O corte na taxa de juros é insuficiente para injetar mais ânimo na economia e fortalecer o consumo e geração de empregos de qualidade. Mantendo a Taxa Selic em patamares estratosféricos, o Banco Central irá prejudicar as negociações das categorias nas campanhas salariais nesse primeiro semestre.
Vale destacar que o movimento sindical, constantemente, tem-se manifestado totalmente favorável a uma queda drástica na taxa Selic.
A redução da Selic anunciada é muito tímida. Os trabalhadores almejam por uma queda drástica na taxa de juros. A taxa Selic continua proibitiva, e o Brasil perde outra chance de apostar na produção, consumo e geração de empregos.
Vale destacar que juros altos sangram o País e inviabilizam o desenvolvimento. O pagamento de juros, por parte governo, consome e restringe consideravelmente as possibilidades de crescimento do País, bem como os investimentos em educação, saúde e infraestrutura, entre outros.
Miguel Torres
Presidente da Força Sindical
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