PUBLICADO EM 25 de jul de 2025

Sociedade brasileira lança Carta em Defesa da Soberania Nacional

Sociedade brasileira lança Carta em Defesa da Soberania no Largo São Francisco, reafirmando independência do Brasil e rejeitando ameaças externas

Sociedade brasileira lança Carta em Defesa da Soberania Nacional - Foto: Arquivo

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Nesta sexta-feira (25), entidades da sociedade civil lançaram, em São Paulo, a Carta em Defesa da Soberania Nacional, para reafirmam a independência do Brasil.

O ato ocorreu na tradicional Faculdade de Direito do Largo São Francisco, símbolo histórico de lutas democráticas., reunindo dezenas de manifestantes e entidades como as centrais sindicais: CUT, Força Sindical, UGT, CTB, CSB, Nova Central, CSP Conlutas, Interssindical, Pública, contra interferências externas, chantagens comerciais e ataques à democracia brasileira. Também estavam presentes a UNE, a OAB entre outras entidades.

Durante o ato, os manifestantes entoaram palavras de ordem, como “Não à tirania! Soberania não se negocia!”, reforçando o tom de resistência.

Conteúdo da Carta

A Carta lembra a trajetória de mais de dois séculos de independência e destaca que a soberania é o poder do povo sobre si mesmo. Além disso, o documento reafirma a defesa da cidadania plena, da redução das desigualdades e do combate a qualquer forma de discriminação. E ressalta os princípios da não intervenção, direitos humanos e igualdade entre as nações, conforme a Constituição.

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Rejeição a ameaças

Assim, o texto repudia qualquer intervenção que tente subordinar a liberdade nacional. Para os signatários, o Brasil jamais abrirá mão de sua soberania. Nesse sentido, o documento lembra que processos judiciais seguem provas e ampla defesa. Portanto, intromissões externas são inaceitáveis.

Unidade nacional

Diante de ameaças, a sociedade civil reafirma a união em torno da defesa dos interesses nacionais. Eventuais divergências políticas não podem fragilizar essa luta.

Por fim, a Carta conclama diálogo e negociação pacífica, mas rejeita violência ou coação. Assim, reitera: a soberania brasileira é inegociável.

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