PUBLICADO EM 15 de jul de 2025

SINTETEL e FENATTEL fortalecem luta na UNI Américas ICTS

SINTETEL e FENATTEL participam da 7ª UNI Américas ICTS e definem ações para proteger trabalhadores de multinacionais até 2029

SINTETEL e FENATTEL fortalecem luta na UNI AméricasSINTETEL e FENATTEL fortalecem luta na UNI Américas ICTS ICTS

SINTETEL e FENATTEL fortalecem luta na UNI Américas ICTS

Sindicalistas das Américas reuniram-se em Bogotá, nos dias 9 e 10 de julho, para a 7ª Conferência da UNI Américas ICTS.

O encontro reuniu dirigentes sindicais de vários países. Assim, o foco foi debater pautas urgentes para trabalhadores de multinacionais que atuam em diferentes nações.

Durante a Conferência, Gilberto Dourado, presidente do SINTETEL, foi reeleito vice-presidente do Comitê de Telecom das Américas para o período 2025-2029.

Além dele, Cristiane do Nascimento, Mauro Britto e Rogério Soares também foram eleitos. Assim, eles representam o SINTETEL e a FENATTEL no mesmo comitê.

Durante os debates, vários temas centrais ganharam destaque. Entre eles, saúde e segurança de trabalhadores, inclusive saúde mental no ambiente corporativo.

Além disso, a capacitação profissional diante das novas tecnologias ocupou espaço importante. A discussão sobre Inteligência Artificial mostrou impactos reais no emprego.

Outro ponto foi a reestruturação da Telefônica nas Américas, o que exige mais negociação coletiva e proteção aos direitos dos trabalhadores.

Nesse contexto, um acordo global com a Claro também entrou na pauta. Assim, reforça-se a defesa de condições dignas de trabalho.

Os dirigentes reforçaram a importância de ambientes livres de assédio moral e sexual para homens e mulheres. Garantir respeito é prioridade.

Experiências positivas de organização sindical foram compartilhadas entre os países. Assim, novas estratégias fortalecerão sindicatos locais.

Ao final, os participantes construíram um plano estratégico até 2029. Portanto, a união regional seguirá forte.

A 7ª Conferência reforçou diretrizes para ampliar solidariedade entre países. Dessa forma, os sindicatos buscam dignidade e proteção para trabalhadores, inclusive terceirizados.

Leia também: OIT lança plataforma para promover trabalho decente global

COLUNISTAS

QUENTINHAS