PUBLICADO EM 27 de ago de 2025

Sinprafarma firma CCT 25/26 com 6% de reajuste salarial

Sinprafarma de Ribeirão Preto assina CCT 25/26 com 6% de reajuste salarial para trabalhadores do setor atacadista e distribuidor em parceria com o Sincamesp

Sinprafarma firma CCT 25/26 com 6% de reajuste salarial

Sinprafarma firma CCT 25/26 com 6% de reajuste salarial

O Sinprafarma de Ribeirão Preto assina a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 25/26 do setor atacadista e distribuidor em parceria com o Sincamesp.

O acordo é firmado em 22 de agosto e representa uma importante conquista para os trabalhadores do setor. Assim, ele estabelece garantias salariais e direitos sociais.

O documento assegura um reajuste salarial de 6%, fortalecendo a renda da categoria. Dessa forma, os profissionais sentem-se valorizados diante das crescentes demandas econômicas.

Além disso, a convenção define pisos salariais para diferentes funções, permitindo maior segurança jurídica e transparência nas relações de trabalho. Isso contribui para reduzir conflitos trabalhistas.

Os práticos de farmácia podem acessar a CCT completa no site do Sindicato. Dessa maneira, eles verificam detalhes de salários, benefícios e cláusulas específicas.

De acordo com Hugo Leonardo da Silva, Presidente do Sinprafarma de Ribeirão Preto, ressalta que o acordo resulta do diálogo entre o Sinprafarma e o Sincamesp. Assim, a negociação reflete a busca por equilíbrio e consenso.

“A categoria se beneficia de avanços que asseguram melhores condições de trabalho”, afirmou Hugo.

O dirigente sindical diz ainda que a assinatura da CCT fortalece a representação sindical.

“Isso demonstra a importância do sindicato como mediador e defensor dos direitos dos trabalhadores”, completa.

Portanto, o Sinprafarma reafirma seu compromisso em lutar por melhorias contínuas. O Sindicato garante conquistas que impactam positivamente a vida dos práticos de farmácia.

Luiz Carlos Motta,  presidente da Federação dos Empregados no Comércio do Estado de São Paulo confirma e apoia o acordo. Assim, ela reforça a legitimidade da convenção coletiva.

“Com essa conquista, os trabalhadores seguem com mais segurança, valorização profissional e perspectivas de crescimento”, afirmou Motta.

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