PUBLICADO EM 26 de set de 2025

Sindicatos atuam para preservar empregos após paralisação de fábricas da Toyota

Sindicatos discutem a manutenção dos empregos na fábricas da Toyota após paralisações causadas por tempestade

Sindicatos atuam para preservar empregos após paralisação de fábricas da Toyota

Sindicatos atuam para preservar empregos após paralisação de fábricas da Toyota

Os sindicatos dos Metalúrgicos de Itu e dos Metalúrgicos de Sorocaba se reuniram nesta quarta-feira (24) com representantes da Toyota para discutir os impactos da paralisação das fábricas de Porto Feliz e Sorocaba, suspensas após os estragos causados por uma forte tempestade que atingiu a unidade de motores em Porto Feliz na última segunda-feira (22).

A prioridade do encontro foi debater alternativas para assegurar a segurança dos trabalhadores e a manutenção dos empregos. O secretário-geral dos Metalúrgicos de Sorocaba, Silvio Ferreira, afirmou que a entidade está mobilizada na defesa da categoria.

“O impacto foi grande, mas os trabalhadores podem ter certeza de que contam com um sindicato atuante e forte, que está ao lado da categoria em todos os momentos. Já estamos discutindo com a empresa alternativas, inclusive o uso de ferramentas como o lay-off, férias e outras medidas, para assegurar emprego e renda neste período de paralisação”, disse o dirigente sindical.

Em Itu, o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Itu e Região, Manoel Neres, reforçou que a empresa assumiu o compromisso de manutenção dos empregos e dos benefícios já negociados com os trabalhadores da planta de Porto Feliz.

O líder sindical ressaltou ainda a importância da união entre sindicato, trabalhadores e empresa na construção do plano de retomada.

De acordo com informações preliminares, a estrutura da fábrica de Porto Feliz foi gravemente danificada e provavelmente precisará ser reconstruída. A expectativa inicial é que a retomada plena da produção ocorra apenas em 2026.

Enquanto isso, os sindicatos seguirão atuando de forma firme na defesa da categoria. “Nossa atuação é para dar tranquilidade aos trabalhadores e às trabalhadoras. Podem ter certeza de que não mediremos esforços para garantir seus direitos”, concluiu Ferreira.

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