PUBLICADO EM 04 de fev de 2026

Sindicato dos Frentistas de Curitiba faz homenagem ao cão Orelha

O Sindicato homenageia o cão Orelha, reforçando a importância da proteção animal e da adoção em postos de combustíveis.

"Uma atitude nobre da categoria frentista: a proteção dos animais". Sinpospetro de Curitiba faz homenagem ao cão Orelha.

“Uma atitude nobre da categoria frentista: a proteção dos animais”. Sinpospetro de Curitiba faz homenagem ao cão Orelha.

O Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Combustíveis de Curitiba (Sinpospetro) prestou, em suas redes sociais, uma homenagem ao cão Orelha, brutalmente assassinado na Praia Brava, em Santa Catarina, no dia 4 de janeiro de 2026.

Na postagem, o sindicato destacou a postura solidária da categoria frentista em relação à proteção dos animais. O texto diz:

“Percorri vários postos de combustíveis nesses dias para mostrar uma atitude nobre da categoria frentista: a proteção dos animais. Cachorros maltratados e abandonados são acolhidos pelos frentistas com carinho e cuidado permanente, recebendo abrigo, alimentação e medicamentos. Uma lição de afeto e de vida, em contraste com a brutalidade dos agressores do cachorro Orelha, que merecem punição exemplar por esse crime inominável contra um cão dócil e querido.
#JustiçaPorOrelha”

A adoção de cães em situação de rua por postos de combustíveis tem se tornado uma prática cada vez mais comum. Os animais acolhidos passam a contar com abrigo, alimentação e cuidados, além de se tornarem mascotes dos estabelecimentos — muitos deles recebendo, inclusive, uniformes e crachás simbólicos de frentistas.

Essa iniciativa contribui para humanizar os espaços, reforçar a segurança, criar um ambiente mais acolhedor e fortalecer os laços de empatia entre clientes, trabalhadores e a comunidade.

Sobre o caso

As investigações sobre o brutal assassinato do cão Orelha, que vivia há cerca de 10 anos na Praia Brava em Florianópolis, seguem em andamento sob comando da Polícia Civil de Santa Catarina, com apoio do Ministério Público.

As apurações já resultaram no pedido de internação socioeducativa de um dos adolescentes apontados como autor do crime, assim como no indiciamento de três adultos por coação de testemunhas, após análise de imagens, depoimentos e mais de mil horas de gravações das redondezas.

O caso continua a mobilizar protestos e campanhas pelo país sob a hashtag #JustiçaPorOrelha, além de reforçar o debate público sobre a proteção animal e a aplicação das leis de maus-tratos no Brasil.

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