
Santos: Sindest denuncia assédio e crise no serviço
O Sindest denuncia assédio sofrido pelos profissionais da saúde municipal de Santos; além disso, os trabalhadores relatam pressões, assédios de chefias e baixos salários, o que provoca afastamentos, demissões e adoecimento frequente.
De acordo com o presidente do Sindest – Sindicato dos Servidores Estatutários Municipais de Santos, Fábio Pimentel, a situação se agravou; inclusive, registra tentativas de suicídio entre servidores, evidenciando um cenário crítico no serviço público.
Além disso, o diretor Daniel Gomes relatou casos de violência doméstica envolvendo servidores; portanto, o sindicato levou o tema ao debate em transmissão ao vivo recente.
Negociação não marcada
Durante o programa mediado por Willian Ribeiro, os dirigentes afirmaram que a administração conhece os problemas; entretanto, não apresentou soluções efetivas até o momento.
Eles esperam avanços na mesa permanente de negociações; contudo, a prefeitura ainda não confirmou a primeira reunião, apesar de prometer realizá-la até o fim de março.
Falta de vontade
Além disso, destacaram a necessidade de apoio psicológico aos servidores; porém, segundo Fábio, a Capep não oferece esse tipo de atendimento terapêutico essencial à categoria.
O sindicato também criticou a Capep Saúde; segundo a direção, a entidade apresenta falhas em convênios, o que amplia a insatisfação entre servidores ativos e aposentados.
Diante disso, os dirigentes defenderam a regulamentação da negociação coletiva no setor público; além disso, pediram garantia do direito de greve para melhorar salários.
Fábio afirmou que prefeituras resistem à negociação coletiva; enquanto isso, a CNM atua contra sua regulamentação, influenciando decisões políticas em nível nacional.
Por isso, Daniel destacou a importância da atuação sindical no Congresso; assim, defendeu acompanhamento constante de projetos que impactam diretamente os trabalhadores nos municípios brasileiros.
Fábio ressaltou que conquistas relevantes surgiram no Congresso; por exemplo, citou a regulamentação dos motoristas de ambulância e projetos voltados aos agentes de saúde.
No peixe e no gato
De acordo com os dirigentes, demandas dos agentes comunitários e de endemias tramitam há anos; contudo, enfrentam morosidade, o que prejudica avanços necessários à categoria.
Fábio destacou debate sobre reconhecimento dos agentes como profissionais da saúde; além disso, citou proposta que garante aposentadoria especial com integralidade e paridade.
Ele também criticou a ausência de gratificação por desempenho aos agentes; enquanto isso, afirmou que a questão poderia avançar por negociação direta mais ágil.
O sindicato defendeu ampliar representatividade política; além disso, informou que projeto na Câmara de Santos elimina exigência de cinco anos para aposentadoria.
Daniel ainda destacou dificuldades para ingresso no serviço público; portanto, reforçou que servidores devem participar das lutas sindicais e fortalecer a defesa coletiva.
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