PUBLICADO EM 04 de fev de 2020
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Santos: frentista entrega reivindicações da data-base de março ao Resan

O sindicato dos empregados em postos de serviços de combustíveis e derivados de petróleo de Santos e região (Sempospetro) aguarda o início das negociações para a data-base da categoria em março.

Seu presidente, Venceslau Faustino Filho ‘Lau’, protocolou as reivindicações, na manhã desta segunda-feira (3), no Resan. Elas foram aprovadas em assembleias na sexta-feira (31) e domingo (2).
Resan é o sindicato patronal do comércio varejista de derivados de petróleo, gás natural, biocombustíveis, lojas de conveniência, empresas de lava-rápido e de estacionamentos da região.
O Sempospetro representa 5 mil frentistas e demais trabalhadores em postos de combustíveis de Santos, baixada, litoral e vale do Ribeira. A assembleia de sexta-feira foi em Santos. A de domingo, em Registro.
A categoria reivindica reposição salarial com base no índice inflacionário de 12 meses, aplicado nas cláusulas econômicas da convenção coletiva de trabalho, mais 5% de aumento real.
Segundo Lau, “importantes também são os pleitos referentes ao vale-refeição e cesta-básica. Queremos manter os direitos da convenção e ampliá-los. É para isso que serve o sindicato”.

Unidade com a federação estadual
O Sempospetro acompanha ainda a campanha da federação estadual dos frentistas (Fepospetro), que representa 18 sindicatos e 100 mil trabalhadores. Ela protocolou as reivindicações na quinta-feira (30).
As negociações serão com o sindicato do comércio varejista de derivados de petróleo do estado de São Paulo (Sincopetro), que representa 7 mil postos de serviços.
O presidente da Fepospetro, Luiz Arraes, prevê uma “negociação difícil. Pela campanha de outros estados, a tratativa não será fácil. Contamos com a força da categoria para um resultado positivo”.
Lau e Arraes destacam também reivindicações como a proibição da terceirização e o trabalho aos domingos e feriados com os devidos adicionais e descanso semanal remunerado.
Segundo eles, o setor patronal quer usar a reforma trabalhista para retirar direitos. “Vamos lutar contra isso e também para manter todos os direitos da convenção coletiva”, finaliza Lau.

Fonte: Sempospetro

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