PUBLICADO EM 29 de jul de 2025

Ricardo Patah defende trabalho decente no L20 na África do Sul

No L20 na África do Sul, Ricardo Patah defende trabalho decente, proteção social e combate à informalidade em nome da UGT e 12 milhões de trabalhadores

Ricardo Patah defende trabalho decente no L20 na África do Sul

Ricardo Patah defende trabalho decente no L20 na África do Sul

O presidente da UGT, Ricardo Patah, participou nesta segunda-feira (28) da terceira sessão temática do L20, realizada em George, na África do Sul.

O L20, por sua vez, integra a agenda oficial do G20 e reúne lideranças sindicais globais para debater estratégias contra a informalidade e a precarização laboral.

Durante o painel “Promoção do trabalho decente, enfrentamento da informalidade e do trabalho precário”, Patah representou a UGT e mais de 12 milhões de trabalhadores brasileiros.

Além disso, ele compartilhou o debate com representantes sindicais da Alemanha, Itália, Índia e Zimbábue, sob a mediação de Mavis Koogotsitse, secretária-executiva da SATUCC.

Inclusão e proteção social no centro do debate

Em sua fala, Patah destacou os avanços recentes no Brasil, alcançados por meio do diálogo entre o movimento sindical e o atual governo federal.

Além disso, ele enfatizou que as políticas sociais inclusivas foram fundamentais para promover o trabalho decente e ampliar a proteção aos mais vulneráveis.

“O trabalho decente exige proteção social como prioridade global. Por isso, precisamos incluir os trabalhadores invisíveis na seguridade e ampliar a cobertura previdenciária”, afirmou.

Segundo ele, o foco atual deve ser garantir dignidade, equidade e justiça social para todos, especialmente para aqueles em situação de maior fragilidade.

Ainda assim, Patah ressaltou que as centrais sindicais brasileiras têm atuado de forma propositiva e articulada para transformar o mundo do trabalho com responsabilidade.

UGT reforça compromisso internacional

A participação da UGT no L20, portanto, reforça seu compromisso com a valorização do trabalho, a defesa dos direitos e o fortalecimento da democracia.

Nesse contexto, a Central reafirma sua posição diante dos desafios impostos pela digitalização, pelas mudanças climáticas e pela necessária transição justa no trabalho.

Por fim, Patah enfatizou que a luta sindical, para ser eficaz, precisa ser internacional, colaborativa e voltada a soluções que garantam empregos com qualidade e segurança.

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