
Sindicato dos Eletricitários de Sâo Paulo na campanha Justiça por Orelha
O Sindicato dos Eletricitários de São Paulo manifestou publicamente, em suas redes sociais, solidariedade aos animais e repúdio à violência praticada contra o cão Orelha. As postagens integram uma mobilização nacional que denuncia os maus-tratos, cobra responsabilização dos culpados pela violência que vitimou o cão comunitário da Praia Brava, em Florianópolis (SC) no dia 5 de janeiro, e reafirma que nenhuma forma de violência pode ser normalizada.
Com mensagens diretas e imagens de forte impacto simbólico, o sindicato reforçou que maus-tratos a animais são crime no Brasil, lembrando que a legislação prevê punições severas — incluindo prisão e multa — para práticas de crueldade, abandono, agressões e mutilações. As peças também incentivam a denúncia e o rompimento do silêncio diante de qualquer violação.
Responsabilidade social
Ao abraçar a campanha, a entidade sindical destacou que proteger os animais é proteger a vida, a dignidade e os valores humanos. Para o sindicato, a defesa do bem-estar animal dialoga com uma agenda mais ampla de direitos, ética e responsabilidade social, princípios historicamente defendidos pelo movimento sindical.
As publicações ainda chamam atenção para o papel da sociedade na prevenção da violência, sublinhando que agressões contra animais representam risco coletivo e exigem resposta firme do poder público. O sindicato defende justiça, responsabilização exemplar e políticas públicas permanentes de proteção animal, além de canais acessíveis de denúncia.
Com esse posicionamento, o Sindicato dos Eletricitários de São Paulo reafirma seu compromisso com causas humanitárias e ambientais, somando forças a uma nobre campanha contra os maus-tratos e pelo bem-estar animal, em defesa de uma sociedade mais justa, solidária e consciente.
O caso do cão Orelha
O caso do cão Orelha ganhou repercussão nacional após vir à tona a morte brutal do animal, vítima de atos de extrema violência. O episódio chocou a opinião pública e provocou uma onda de indignação, mobilizando organizações da sociedade civil, entidades sindicais, protetores independentes e milhares de cidadãos nas redes sociais e em atos públicos.
Desde então, o caso passou a simbolizar a luta contra a impunidade em crimes de maus-tratos a animais. As investigações foram iniciadas pelas autoridades competentes e o episódio reacendeu o debate sobre a aplicação rigorosa da legislação ambiental, a necessidade de punições exemplares e o fortalecimento de políticas públicas de proteção animal. Manifestações em diversas cidades passaram a cobrar justiça não apenas por Orelha, mas por todos os animais vítimas de violência e também a federalização do caso.
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